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Leonencio Nossa

Leonencio Nossa

Jornalista premiado coleciona, entre outros, o Esso 2014 com o prêmio principal e dois prêmios Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, em 2014/15, e a menção honrosa do mesmo prêmio, em 2009. Com passagens por veículos como A Gazeta, Jornal do Brasil e Época, trabalha no Grupo Estado, na sucursal em Brasília. Foi eleito entre Os +Admirados Jornalistas Brasileiros 2015.

Leonencio Nossa Junior nasceu em Vitória (ES), em 1974. Formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), de Vitória.
 
Com passagens por veículos como A Gazeta, Jornal do Brasil e Época, trabalha no Grupo Estado desde 2001 e, atualmente, na sucursal da Agência Estado e de O Estado de S.Paulo em Brasília (DF).
 
É vencedor dos vários prêmios no Jornalismo. Conquistou o Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos 2009, Menção Honrosa na categoria Jornal, com a reportagem Curió Abre arquivo e revela que Exército  executou 41 no Araguaia, publicada em 20 de junho de 2009 pelo jornal O Estado de S.Paulo, com a participação do repórter fotográfico Dida Sampaio. Recebeu o Embratel de Jornalismo 2011, na categoria Jornal e Revista, junto com o jornalista Celso Junior, do jornal O Estado de S.Paulo, com a matéria: Guerras desconhecidas do Brasil.
 
Foi o vencedor do prêmio anual Excelência Jornalística 2011, da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), com o caderno especial Guerras Desconhecidas do Brasil, que conta a história de nove de 32 conflitos regionais do século 20 no País. Para produzir a série de reportagens percorreu, ao lado do repórter fotográfico Celso Júnior, mais de 13.500 quilômetros e visitou mais de 40 cidades, em busca de conflitos desconhecidos.
 
Ele conquistou ainda o prêmio Estadão de Reportagem Especial 2011, além de outras que coleciona com outras reportagens também premiadas.
 
É autor dos livros Viagens com o presidente (Record, 2006), em parceria com Eduardo Scolese, Homens invisíveis (Record, 2007) e O rio, além dos cadernos especiais Guerras desconhecidas do Brasil e Os meninos do Contestado, publicados em O Estado de S.Paulo.
 
Publicou ainda o livro Mata! O Major Curió e as Guerrilhas no Araguaia (Companhia das letras, 2012). Ele resume o tema do livro: “A guerrilha foi mais um momento da história de refluxo do país no tempo. É a ilustração máxima de um Estado que não aceita o diálogo e promove uma guerra interna”.
 
A investigação sobre o assunto demandou dez anos de trabalho e as entrevistas com 153 fontes que lhe esclareceram que “a Guerrilha do Araguaia foi uma das atrocidades da Ditadura Militar brasileira”. No livro “a metamorfose do personagem é a metamorfose também do Estado brasileiro”, explica. E conclui: “Meu objetivo era apenas contar uma história, elaborar uma narrativa que despertasse a atenção do leitor. Sempre tive a atenção voltada para a busca de histórias humanas. Não cabe a um repórter, no entanto, a decisão de escolher o número de protagonistas de uma história. “Mata!” é um livro de mais de mil protagonistas”.
 
Confira a entrevista completa  que concedeu ao portal IHU On-Line na Galeria do nosso Portal dos Jornalistas.
 
Foi um dos vencedores do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos 2014, com a reportagem Sangue político, publicada por O Estado de S.Paulo.
 
Conquistou o prêmio principal do Prêmio Esso de Jornalismo 2014, também com o trabalho Sangue Político. A reportagem, que envolveu um esforço de 17 meses de apuração e visitas a 35 cidades, revelou que 1.133 pessoas foram assassinadas por motivos políticos no Brasil desde a promulgação da Lei da Anistia, em 1979. Trata-se de trabalho jornalístico próprio, que não teve origem em investigações ou levantamentos do Ministério Público, das polícias e de outros órgãos do Poder Público.
 
Em setembro de 2012 o 54º Prêmio Jabuti anunciou entre os finalistas o livro de Leonencio Nossa, O rio: Uma viagem pelo Amazonas (Record), concorrendo na categoria Livro-Reportagem.
 
Leonencio Nossa fala sobre a produção da reportagem Favela Amazônia sobre o ângulo social abordado, saindo do foco ambiental, e seu objetivo de passar a visão de quem vive na região e mostrar a cultura local. Questões como pobreza, violência e tráfico de drogas, que afetam seriamente a população amazônica, foram aprofundadas. O depoimento foi gravado em outubro de 2015. A reportagem, publicada em O Estado de S.Paulo/DF foi em 2015 Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos,
 
No mesmo ano foi eleito entre Os +Admirados Jornalistas Brasileiros. A votação é realizada por J&Cia em parceria com a Maxpress.
 
 
Atualizado em dezembro/2015 – Portal dos Jornalistas
 
Fontes:
Jornalistas&Cia – Edição 1028
Foto (na Galeria): Vitor Tavares

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