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Letícia Duarte

Letícia Duarte

Uma das jornalistas mais premiadas do País, recebeu um Prêmio Esso de Jornalismo quando era ainda estudante de Jornalismo. Trabalhou durante 13 anos no Grupo RBS, escrevendo para o Zero Hora e produzindo conteúdo para a TVCom. Está na lista dos +Admirados Jornalistas do Brasil e dos + Premiados Jornalistas Brasileiros da História.

Letícia Duarte nasceu em Caxias do Sul (RS). Formada em Jornalismo pela Universidade de Caxias do Sul (UCS/RS), em 2003, concluiu mestrado em Ciências Humanas, Sociologia e Antropologia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), de Porto Algre (RS), em 2013.
 
Entre 2001 e 2003, trabalhou na Reportagem Geral do jornal Pioneiro (RS), de Caxias do Sul, onde iniciou a carreira e conquistou o Prêmio Esso de Jornalismo 2002, na categoria Regional Sul, pela série Adolescência prostituída, sobre a prostituição na região.
 
Em 2003, ingressou no jornal Zero Hora (RS), como repórter de Geral e de Cidades. Atuou também como comentarista de Política do programa TVCom Tudo Mais, da TVCom (RS). Ganhou o Prêmio Iberoamericano pelos Direitos da Infância e da Adolescência 2005, na categoria HIV/Aids, concedido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), pela reportagem Herdeiros da Aids, sobre um grupo de adolescentes que nasceu com o vírus da doença, mostrando o dia a dia deles, de suas famílias e do papel do Estado e das ONGs.
 
Foi professora voluntária, de fevereiro a novembro de 2006, na Missão de Mangunde, província de Sofala (Moçambique), ensinando português na escola São Francisco de Assis para turmas de sexta e oitava série. De volta a Porto Alegre, venceu, pela série de reportagens Os Rios Grandes do Sul, o Prêmio Imprensa Embratel 2007, na categoria Regional Sul.
 
Produziu, em 2012, com autorização da 1ª Vara da Infância e da Juventude de Porto Alegre, a reportagem especial Filho da Rua: por três anos, de 2009 a 2012, acompanhou a vida de um menino de rua, as dificuldades de devolvê-lo à família, seu início no consumo de crack, suas fugas das instituições de recuperação para as ruas e como uma vítima de tentativa de ser queimada viva. Publicada no ZH, venceu o Prêmio Esso de Jornalismo 2012, na categoria Reportagem, o Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos 2012, na categoria Especial, e o Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo 2013. Ao receber este prêmio, falou sobre a importância do papel social do Jornalismo: "Foi um projeto muito difícil e costumo dizer que é como um filho para mim também. Num tempo em que se discute sobre o fim do Jornalismo de papel, a minha reportagem foi publicada em 16 páginas. Então ter um trabalho desse reconhecido também mostra a valorização das grandes reportagens, do papel do Jornalismo de provocar essas discussões sociais, sobre temas como este da criança de rua". 
 
Em março de 2013, após passar três anos como editora-assistente na editoria de Política, voltou para as reportagens de Geral. Sua dissertação de mestrado na Ufrgs, intitulada Reduções do Século XXI: O Papel de uma missão católica na reprodução de relações coloniais tardias; O caso de Mangunde, Moçambique, foi aprovada com louvor e indicação para publicação do trabalho.
 
Voltou a vencer o Prêmio Esso de Jornalismo em 2014, na categoria Regional Sul, com Félix Zucco, pela reportagem Lições da Turma 11F, um mergulho no cotidiano de uma turma do primeiro ano do Ensino Médio de uma das maiores e mais tradicionais escolas públicas do Estado. Pela mesma matéria recebeu o Prêmio RBS de Jornalismo 2014 e o Prêmio Zero Hora de Jornalismo 2014, ambos na categoria Educação. Conquistou, ainda, o Prêmio de Jornalismo do Ministério Público do Rio Grande do Sul 2014, na categoria Especial, pela reportagem Meu filho (não) bebe, elaborada com Larissa Roso, que destaca a influência e os efeitos do álcool na infância e adolescência e a atuação do MP diante da realidade, e outro Prêmio Zero Hora de Jornalismo 2014, na categoria Ação Multimídia, pela matéria Kiss: Um ano, sobre o incêndio que matou 242 jovens em Santa Maria (RS), na boate Kiss, em janeiro de 2013.
 
Foi contemplada no Top 100 do ranking dos +Premiados Jornalistas da História (Nacional e Regional) 2014 e 2015 e liderou a relação regional em 2015. Além disso, figurou no ranking dos +Admiráveis Jornalistas Brasileiros (Nacional e Regional) 2015, segundo apuração do J&Cia em parceria com a Maxpress.
 
Comanda o blog Sapere Aude!, alocado na plataforma WordPress, criado em 2015. Em junho desse ano, foi homenageada com o título de Jornalista Amiga da Criança pela Andi Comunicação e Direitos. Em outubro, acompanhou a saga de um família síria para chegar à Alemanha. Para concluir a reportagem passou por sete países, a partir da ilha de Cós, na Grécia. Vivenciou durante 12 dias a saga de migrantes pela Europa para produzir o caderno especial Refugiados: Uma história, publicado em outubro no Zero Hora. Além de 16 páginas na edição impressa, a reportagem ganhou uma versão digital no site do jornal, com fotos e vídeos.
 
Deixou o Zero Hora e o Grupo RBS em novembro de 2016, após ser selecionada pelo Programa Jornalistas de Visão, do Instituto Ling (EUA), para participar de um curso intensivo de inglês e de uma seleção para fazer curso de mestrado em universidade americana.
 
É chocólatra assumida.
 
 
Atualizado em novembro de 2016
 
Fontes:
Jornalistas&Cia, ed. 851
Jornalistas&Cia, ed. 887
Jornalistas&Cia, Edição Especial, em 17/10/2012

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