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Liliana Peixinho

Liliana Peixinho

Jornalista, articulista, ativista socioambiental, pesquisadora independente, consultora em comunicação e sustentabilidade. Integra a equipe de jornalistas da Agência de Notícias Ciência e Cultura da UFBa, fundadora do Movimento AMA- Amigos do Meio Ambiente e da Rama, Rede de Articulação e Mobilização Ambiental e Midia Orgânica e REAJA - Rede de Jornalismo Ativista.

Liliana Sampaio de Almeida Peixinho, assina Liliana Peixinho nasceu em Barreiras, Bahia, 03 de novembro de 1960. É formada em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia, em 1988. Concluiu MBA em Turismo Hotelaria com foco em Sustentabilidade pela ABES/FABAC, em 2005. Fez especialização em Jornalismo Científico e Tecnológico- Facom- UFBA, em 2012. Foi aluna especial de mestrado, Cultura Científica, em 2010. Completou sua formação com outras especializações em mídia, meio ambiente e sustentabilidade.  

Iniciou como estagiária na Assessoria de Comunicação da Fieb- Federação das Indústrias da Bahia. Depois como revisora no Jornal da Bahia e Tribuna da Bahia, em 1985/86. Em seguida entrou na redação como repórter especial do Caderno de Domingo, editoria de economia, no jornal Tribuna da Bahia, em 1987. Passou por todas as editorias na redação até ter uma coluna fixa, semanal, sobre direitos humanos/cidadania, com foco especial em crianças e adolescentes. Sempre gostou de escrever sobre direitos humanos: mulher, crianças, indígenas. 

Em 1999/2000 criou os Movimentos Livres AMA - Amigos do Meio Ambiente e RAMA - Rede de Articulação e Mobilização em Comunicação Ambiental. Foi diretora da Sucursal-Bahia Folha Dirigida, anos 90.

Desde 2001 atua como jornalista, ativista, colaboradora de conteúdos em diversas mídias especializadas em Meio Ambiente e Sustentabilidade como: Rebia, Envolverde, Revista do Meio Ambiente, Instituto Ethos, Mercado Ético, Folha do Meio Ambiente, Revista do Meio Ambiente.

Entre 1997 e 2007 atuou como assessora de comunicação em mandatos parlamentares e gestões executivas de governos. Participou de diversas campanhas políticas majoritárias.

Em 1999 foi convidada a participar do Festival Buskers, em Ferrara-Itália, depois de abrir uma discussão, acadêmica e social, com a reportagem Caldeirão Musical, publicada no Jornal A Tarde, Caderno 2, e indicada ao prêmio BB de Jornalismo em 1999 - Matéria especial sobre cultura. O trabalho de anos das colunas Cidadania Já e Crianças e Adolescentes foi reconhecido em livro, pelo Unicef, através da publicação Bahia: suas crianças e adolescentes, o que está acontecendo, em 1997.  

Começou a dedicar-se a área socioambiental a partir de contatos com as tribos indígenas do Sul da Bahia, início dos anos 80, denunciando o uso predatório de "paraísos" como Trancoso, Caraívas e Porto Seguro (Bahia). Cobriu, como repórter de mídia especializada, as comemorações dos 500 anos do Brasil, pela Folha do Meio Ambiente, e pela Tribuna da Bahia. Em 2001 entregou, pessoalmente, na Unesco de Paris, um dossiê sobre o Rio São Francisco, considerado pela instituição internacional como "documento relevante para os estudos sobre água, no planeta".

É autora de diversos projetos de comunicação, articulação e mobilização, para empresas e instituições. O projeto Por um Brasil Limpo, sustentável, cidadão, está em prática, desde 2001, em ações proativistas, que a jornalista realiza, por conta própria, em comunidades rurais, universidades, associações, coletivos sociais. Entre os projetos estão os movimentos livres AMA, RAMA, MÍDIA ORGÂNICA, REAJA- Rede Ativista de Jornalismo Ambiental, criados e mantidos pela jornalista, de forma independente, nas redes sociais. Integra diversos grupos e listas de estudos sobre mídia, meio ambiente, jornalismo independente.

Em 2010 integrou a equipe nacional de comunicação e articulação que discutiu os caminhos da candidatura de Marina Silva, para as eleições de presidente. Integra a equipe de jornalistas da Agência de Notícias Ciência e Cultura da UFBa, publicação da área de jornalismo científico e ambiental. Tem diversos artigos: científicos, acadêmicos, jornalísticos, publicados sobre o papel da mídia, midia e meio-ambiente, sustentabilidade, saúde, consumo consciente, política ambiental, economia verde, construção de cadeias de informações harmoniosas de ponta à ponta.  

É autora do livro, publicado em pílulas virtuais: O papel da mídia na construção da cidadania sustentável. Além da trajetória na imprensa, Liliana Peixinho participa em congressos, nacionais e internacionais, fóruns, seminários, mesas redondas, rodas de diálogos, exposições fotojornalísticas com ênfase em comunicação e meio ambiente.

Fez orientações e co-orientações de trabalhos acadêmicos; participou em bancas acadêmicas de TCC’s. Suas pesquisas acadêmicas e independentes focam o Papel da mídia na transformação social; as diferenças entre o que se diz: o discurso, e o que se faz ou não se faz, na prática, no cotidiano, para a sustentabilidade de fato. Repórter em editorias de Política, Economia, Meio Ambiente, Cultura, Segurança, Comportamento, Ciência, desenvolve suas atividades a partir de Salvador/Bahia, desde 1978.

Está sempre em campo aberto, viajando. Liliana Peixinho foi escolhida como finalista no Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade, em 2013, pela matéria Especial Sertão Adentro, publicada pelo site Mercado Ético (SP), uma plataforma global para a sustentabilidade. A série especial é composta por oito matérias, que retratam a morte, mas também a alegria de um povo em se manter firme diante da seca. 

 

  

Atualizado em Novembro de 2014 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

Informações enviadas pela jornalista.

https://www.facebook.com/liliana.peixinho2

http://www.amigodomeioambiente.com.br/artigos.htm

http://br.linkedin.com/in/lilianapeixinho

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