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Lillian Witte Fibe

Lillian Witte Fibe

Escolheu ser jornalista quando entrou para o colégio. Teve a sorte de aprender a profissão com Perseu Abramo, na Folha de S.Paulo. Jamais pensou em trabalhar na televisão, veículo que acabou por lhe dar celebridade

Lillian Witte Fibe nasceu em 21 de outubro de 1953, em São Paulo (SP). É formada em Jornalismo pela Universidade de São Paulo. É casada, desde 1979, com o jornalista Alexandre Gambirasio e mãe da jornalista Cristina Fibe Gambirasio.
 
Desde o colégio, queria ser jornalista, embora não conhecesse pessoalmente nenhum deles. Estudou muito para isso, mas, após obter o diploma percebeu que é na prática que o Jornalismo acontece. No segundo ano da faculdade, em 1973, foi aprovada para um estágio de três meses na Folha de S.Paulo (SP), na editoria de Educação, onde trabalhou com Perseu Abramo (1929-1996). A Crise do Petróleo da década de 1970 acabou por direcioná-la para a Economia.
 
Em 1975, foi para a Gazeta Mercantil (SP), que acabara de criar a editoria de Finanças. Pouco depois, em 1976, foi para a sucursal de Brasília do jornal e ali acabou trabalhando também na sucursal do Jornal do Brasil (RJ). Em 1978 voltou para São Paulo, assumindo novas funções na Gazeta Mercantil.
 
Para sua “total e absoluta perplexidade”, em 1982 foi convidada para fazer comentários econômicos na TV Bandeirantes, veículo em que jamais havia pensado em trabalhar. Estreou com o programa Dinheiro na TV, um resumo das notícias mais importantes da Gazeta Mercantil. Ancorou, também, o programa Crítica & Autocrítica.
 
Em 1983, transferiu-se para a Rede Globo. Passou a apresentar o programa Globo Economia e, depois, fazer comentários econômicos no Jornal Hoje, no Jornal Nacional e no Jornal da Globo, na TV Globo. Numa entrevista sobre o lançamento do Plano Collor, discutiu ao vivo com a então ministra da Fazenda Zélia Cardoso de Mello, num momento marcante do jornalismo televisivo brasileiro. Neste primeiro período de trabalho na Rede Globo, atuou também na rádio Excelsior, como comentarista de Economia.
 
Registrou outras passagens pela Gazeta Mercantil e TV Bandeirantes até ser contratada pelo SBT em 1991, onde apresentou o primeiro Jornal do SBT. Voltou para a Globo em 1993, para ancorar o Jornal da Globo, cuja produção fora transferida para São Paulo. Assumiu, em 1996, a apresentação do Jornal Nacional, com William Bonner. Voltou, em 1998, a comandar o Jornal da Globo.
 
Ousada, ancorou o primeiro noticiário em vídeo da web brasileira, o Jornal da Lilian, no portal Terra, a partir do ano 2000. Voltou à telinha em 2005, para apresentar o Jornal 21, da Rede 21, que não durou muito. Na mesma época, atuou também como comentarista de economia da rádio Bandeirantes. Na internet, foi âncora do UOL News de setembro de 2004 a setembro de 2006.
 
Voltou ao trabalho e à televisão em junho de 2008, após aceitar convite de Paulo Markun para comandar o programa Roda Viva, da TV Cultura, onde ficou até fevereiro de 2009.
 
Faz parte da mesa-redonda As Meninas do Jô, ao lado das jornalistas Lúcia Hippólito, Cristina Lôbo, Ana Maria Tahan e Flávia Oliveira, que ia ao ar às quartas-feiras no Programa do Jô, comandado por Jô Soares, na Rede Globo, exibido entre 2005 e 2010 e ressurgido em 2012. Desde 2012, todas as terças-feiras. Em agosto de 2015, ao participar do quadro, ganhou do apresentador o conceito de “apocalíptica” após desenhar um cenário completamente pessimista em relação à economia brasileira na gestão da presidente Dilma Rousseff.
 
Ficou mundialmente famosa na web por uma incontrolável crise de risos enquanto noticiava, no Jornal da Lilian, a prisão de um casal de idosos que traficava 10 mil tabletes de Ecstasy de Londres para os Estados Unidos. 
 

 

 
 
Atualizado em setembro/2015 - Portal dos Jornalistas 
Fontes:
Arquivo do Jornalistas&Cia
 

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