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Lucas Mendes

Lucas Mendes

Criador e apresentador do programa Manhattan Connection, a partir de Nova York para o Brasil pelo canal GloboNews (anteriormente pela GNT). Passou pela revista Manchete e pelas tevês Globo, Record e Cultura como correspondente nos EUA. Recebeu em agosto de 2015 o prêmio internacional Maria Moors Cabot, pela Universidade de Columbia/NY. Ganhou a 7ª posição, com 100 pontos, e classificou-se entre os Top 10, do Ranking J&Cia dos +Premiados Jornalistas Brasileiros de 2015.

Lucas Augusto Mendes Campos nasceu no hospital São Lucas, no bairro São Lucas, em parto assistido pelo dr. Lucas Machado, no dia 2 de maio de 1944, em Belo Horizonte (MG). Os pais, entretanto, sempre garantiram que o nome do filho homenageia o visconde de Congonhas do Campo, Lucas Antonio Monteiro de Barros, tetra-avô do rebento. É, também, sobrinho-neto do poeta modernista Murilo Mendes. Fez curso de Jornalismo na World Press Institute (WPI), de Nova York (EUA), em 1968.
 
Teve a primeira experiência com o Jornalismo em 1963, no Correio de Minas (MG), então editado por Fernando Gabeira. Recebeu uma pauta que não chegou a cumprir e acreditou que não daria certo na profissão. Mudou-se para o Rio de Janeiro (RJ) pensando em tornar-se diplomata e foi trabalhar numa agência de Publicidade para sustentar o sonho e a si mesmo. Em 1965, entretanto, a ideia de trabalhar na Imprensa retornou de forma mais madura. Foi trabalhar como repórter das revistas Fatos & Fotos (RJ) e Manchete (RJ), da Bloch Editores.
 
Ganhou uma bolsa de estudos do Grupo Reader'd Digest em 1968 e foi fazer o curso da WPI em Nova York, sem desfazer-se do vínculo com a Bloch, passando a ser correspondente das revistas em que já trabalhava. Mora na cidade até hoje. Em 1975, foi convidado por José Itamar de Freitas, editor-chefe do Fantástico à época, para trabalhar no escritório da emissora em NY, ao lado de Hélio Costa. Depois de um período de treinamento no Rio, com a fonoaudióloga Glorinha Beuttenmüller, começou a fazer matérias para o Jornal Nacional, Jornal da Globo e Globo Repórter gravadas em filme de 16 mm e enviadas para o Rio de Janeiro por avião, antes do avanço proporcionados pelo videotape, pelos satélites e, mais recentemente, pela Internet.
 
Participou de coberturas importantes, como a da tragédia em Jonestown (Guiana) – na colônia do pastor Jim Jones (1931-1978), onde 900 pessoas cometeram suicídio –, a série de assassinatos perpetrados por David Richard Berkowitz – o Filho de Sam –, as posses dos presidentes americanos Jimmy Carter e Ronald Reagan, as revoluções em El Salvador e em Nicarágua, o assassinato de John Lennon (1940-1980), o caso Irã-Contras e a explosão do ônibus espacial Challenger. Fez entrevistas com diversas personalidades mundiais, como o líder palestino Yasser Arafat (1929-2004), o cineasta Woody Allen e o pugilista Muhammad Ali.
 
Assumiu a chefia do escritório americano da Globo em 1985, permanecendo no cargo até 1990. Convidado por Dante Matiussi, tornou-se repórter da Rede Record, onde ficou até 1992, quando foi contratado pela TV Cultura (SP), trabalhando por dez anos como correspondente da emissora. Paralelamente, em 1993, foi cronista da revista Imprensa (SP) e colaborador da rádio Gaúcha (RS).
 
Participou da criação do programa de mesa-redonda semanal Manhattan Connection, para o então recém-lançado canal a cabo GNT, da Globosat, onde passou a atuar como apresentador e editor executivo. O programa mudou de canal em janeiro de 2011, indo para a GloboNews. Mendes também participa do programa de entrevistas Milênio na nova emissora. Paralelamente a seu trabalho nas Organizações Globo, é colunista de Política, sobretudo a americana, para o Grupo BBC, de Londres (Inglaterra). No período, escreveu crônicas para os jornais O Estado de S.Paulo (SP) e O Globo (SP).
 
É autor dos livros Conexão Manhattan – Crônicas da Big Apple (Campus, 1997) e Manhattan Re-Conexões (Harbra, 2004).
 
Em agosto de 2015 ganhou o prêmio internacional de jornalismo Maria Moors Cabot.  Após 22 anos no comando do Manhattan Connection, da GloboNews, foi um dos ganhadores do prêmio Maria Moors Cabot oferecido pela escola de jornalismo da Universidade Columbia, em Nova York. A premiação reconhece profissionais que ajudam a promover a integração das Américas. De acordo com a universidade, Mendes é um brasileiro pioneiro no jornalismo internacional no Brasil, a que se dedica desde a década de 1960. Lucas é o sexto jornalista das Organizações Globo a receber o prêmio.
 
Resumindo os prêmios conquistados no ano Lucas Mendes ganhou a 7ª posição, com 100 pontos, como criador e apresentador do Manhatttan Connection, da Globo News e classificou-se entre os Top 10, do Ranking J&Cia dos +Premiados Jornalistas Brasileiros de 2015.
 
Em abril de 2016 Lucas Mendes concedeu uma entrevista exclusiva ao jornalista Eliseu Caetano, da Globo News, que o apresentou como: “Ele é um dos vencedores do prêmio Maria Moors Cabot, da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. A premiação é concedida a jornalistas que tenham reportado com excelência sobre a América Latina e o Caribe. O jornalista é editor-executivo e um dos apresentadores do Manhattan Connection, da Globo News, “um dos programas mais assistidos da TV a cabo no Brasil”, ressaltam os organizadores.
 
 
 
Atualizado em Abril/2016 - Portal dos Jornalistas.

Fontes:

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/domingos-peixoto-dida-sampaio-sao-os-mais-premiados-jornalistas-2015

Edição 1.013 - Jornalistas&Cia

 

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