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Marcelo Auler

Marcelo Auler

Jornalista investigativo premiado duas vezes pelo Esso, já trabalhou em redações de rádio, jornais e revistas do Rio, Brasília e São Paulo. Passou pela sucursal Rio do Estadão, Folha de S.Paulo, Jornal do Brasil e JB online, revistas Veja e IstoÉ, entre outros. Assina o blog 'Marcelo Auler Repórter'.

Marcelo Auler começou a cursar Jornalismo na Faculdade Hélio Alonso (Facha), Rio de Janeiro.

Em 1974, aos 18 anos, ainda cursando Jornalismo foi estagiar na Rádio Globo. Em seguida, foi trabalhar na antiga revista Manchete. Viagens a São Paulo e a Brasília o fizeram transferir a faculdade duas vezes para, por fim, abandonar o curso de vez, ao descobrir que tinha direito ao registro profissional.

A experiência com o jornalismo, no entanto, já havia surgido bem antes. Como integrante do grêmio do Colégio Marista São José, na Tijuca, Zona Norte do Rio, que Marcelo começou a escrever para divulgar eventos na imprensa, e não gostou apenas de ver seus textos publicados, mas também do ambiente das redações que visitou.

Já trabalhou em redações de Rádio, jornais e revistas do Rio, Brasília e São Paulo. Trabalhou nos principais órgãos de imprensa, destacando-se a Folha de S.Paulo (em São Paulo), o Jornal do Brasil (em Brasília e no Rio) a Revista Veja (sucursal do Rio) e O Dia (no Rio e em Brasília, como colunista político). Passou pelo O Pasquim, IstoÉ, Gazeta Mercantil  e na sucursal Rio do Estadão.

Marcelo viveu em Brasília os instantes finais da ditadura, “quando Geisel começava a falar em abertura gradual”. Cobriu a campanha das Diretas Já, o julgamento dos assassinos de Chico Mendes e o impeachment de Fernando Collor — que lhe valeu o primeiro Prêmio Esso de Jornalismo. A matéria foi feita para a revista Veja e o Esso veio em 1992.

No ano seguinte recebeu o segundo prêmio Esso de Melhor Contribuição a Imprensa - primeira vez que ele foi dado a uma pessoa física - com a matéria Sangue dos Inocentes, provando a inocência de três jovens que foram linchados e queimados vivos no bairro de Olaria.

Depois de dois anos como assessor de imprensa, retornou a redação trabalhando na TV ALERJ (Canal de TV da Assembleia Legislativa do Rio).

Depois, no jornal Dia, viveu oito anos dedicando-se a matérias exclusivas e polêmicas: denunciou mais de 90 policiais federais envolvidos em inquéritos e processos criminais; na cobertura da morte de PC Farias conseguiu registrar junto com o Marcos Tristão a foto, em primeira mão, dos dois corpos estirados na cama da casa do tesoureiro da campanha de Fernando Collor.

No corte levado a frente pelo jornal O Estado de S.Paulo, em fevereiro/2011, Marcelo deixou a redação com 22 pessoas que saíram do grupo.

Durante o ano, Auler colaborou para o site Consultor Jurídico, o esportivo Lance e a Carta Capital.

Em junho de 2012, Marcelo assumiu como novo editor-chefe do Jornal do Brasil, exclusivamente na internet. Voltou ao JB do Rio de Janeiro, veículo que já havia trabalhado por duas vezes, ainda no extinto impresso. O jornalista estreou no cargo com um furo sobre o caso dos “aloprados”, que levou as eleições de 2006 para o segundo turno, e que segundo os dados levantados, foi uma arapuca montada por Carlinhos Cachoeira e o PSDB contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O assunto ganhou tamanha dimensão na época, que o jornal O Globo e o Jornal Nacional, da TV Globo, privilegiaram o assunto em detrimento à queda do avião da GOL, quando morreram 154 pessoas.

Em fevereiro de 2013, Marcelo deixou o Jornal do Brasil Online, do qual era editor-executivo. Suas palavras ao J&Cia: “Volto a fazer o que mais gosto profissionalmente: apurar e escrever reportagens”. Reiniciou uma temporada de freelancer.

Em 2008, por iniciativa de Pedro Paulo Negrini, Marcelo fez a primeira incursão no campo editorial ao participar com ele e Renato Lombardi da confecção da segunda edição do livro Enjaulados – Presídios, Prisioneiros, Guangues e Comandos (Editora Gryphus). Escreveu sobre as facções criminosas do Rio. Quatro anos depois, com o também amigo Antônio Carlos Biscaia, lançou Biscaia (Editora Cassará), uma biografia autorizada.

Auler lançou seu blog em julho de 2015. Explicou no post de apresentação ‘Por que um Blog?’, “Enfim, rendo-me. Confesso que não foi fácil. Afinal, prestes a completar 60 anos em agosto próximo, e com mais de 40 como repórter em diferentes órgãos de imprensa em várias modalidades – rádio, jornal, periódicos, revistas e algumas passagens por televisão – ceder ao jornalismo eletrônico não foi tranquilo”.

Ele mesmo conta a sua trajetória na imprensa pelo blog Marcelo Auler Repórter.

Um ano depois do lançamento a Justiça retirou de seu Blog do ar. A decisão judicial baseou-se em uma série de reportagens sobre a Operação Lava Jato.

Sobre a deliberação a ABI e Abraji divulgaram notas de desagravo.

Ao comentar a ação ele descreveu como os fatos evoluíram. "Em junho do ano passado, soube de histórias diferentes das que saíam nos jornais sobre a Lava Jato e foi ao Paraná apurar as notícias" disse. Seu intuito era fazer uma série de reportagens, longas e detalhadas, sobre irregularidades que verificou e comprovou, mas não saíam nos jornais. Após a publicação da primeira, em agosto de 2015, viu aumentar o número de suas fontes nos bastidores da Polícia Federal. Em março deste ano, um juiz ordenou, à empresa que hospeda o blog, a retirada de duas matérias. Ele próprio tomou a iniciativa de retirar outras oito, o restante da série. Por considerar esta decisão judicial um caso de censura, recorreu da decisão. Ele alega que a sentença teve por base apenas a reclamação de uma das partes, sem ouvir a defesa para verificar os documentos e depoimentos em que se baseou para publicar as reportagens.

 

Atualizado em junho/2016 - Portal dos Jornalistas

Fontes:

Jornalistas&Cia - Edição 1.053

http://www.marceloauler.com.br/sobre-mim/

http://www.marceloauler.com.br/sobre-o-blog/

Jornalistas&Cia – Edições de fevereiro/2011, junho de 2012 e fevereiro de 2013.

http://www.abi.org.br/paginaindividual.asp?id=1603

http://mariafro.com/2012/07/04/leandro-fortes-pergunta-ao-pt-vao-deixar-barato-a-arapuca-tucana-e-de-cachoeira-preparada-para-ferrar-lula/

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