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Marcelo Gleiser

Marcelo Gleiser

Divulgador científico, escreve na Folha de S.Paulo desde 1997 e já participou de dois quadros do Fantástico

Marcelo Gleiser nasceu em 19 de março de 1959, no Rio de Janeiro (RJ). É formado em Física pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ), em 1981, com mestrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ufrj/RJ), em 1982 e doutorado pela King’s College London, da Universidade de Londres, em 1986.

Físico, astrônomo, professor, escritor, roteirista, colunista e jornalista judeu-brasileiro. É reconhecido nos Estados Unidos, onde mora desde 1991, por suas aulas e pesquisas científicas no Dartmouth College, em Hanover, onde ministra uma disciplina chamada Física para Poetas, atraindo estudantes que não possuem ligações com esta ciência. Fez parte do grupo de pesquisadores do Fermi National Accelerator Laboratory (Fermilab), em Chicago, e do Institute for Theoretical Physics, da Califórnia. Recebeu bolsas para pesquisas da National Aeronautics and Space Administration (Nasa), da National Science Foundation (NSF) e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

No Brasil, ganhou destaque por suas aparições na Rede Globo e no Discovery Channel e pela coluna de divulgação científica publicada pela Folha de S.Paulo. É articulista do jornal desde 1997 e sempre se preocupou em trazer explicações simples para os temas que aborda. Em 2006, apresentou um quadro na revista eletrônica Fantástico, da TV Globo, chamado Poeira das Estrelas, falando sobre ciência e mantendo o foco na astronomia e na origem da vida.

Voltou ao Fantástico em 2008, apresentando o quadro Mundos Invisíveis, no qual explorava a história da física e da química, partindo da alquimia até chegar à física das partículas elementares. Narrou em português, para o Discovery Channel, o documentário Como Funciona o Universo (How the Universe Works, 2010), sobre o funcionamento interno de nosso planeta, do sistema solar e das galáxias. Já participou, também, de programas de televisão nos Estados Unidos e na Inglaterra. Colabora com o blog 13.7 Cosmos And Culture, alocado no portal NPR, desde dezembro de 2009.

É membro permanente da Academia Brasileira de Filosofia. Publicou vários livros. O primeiro deles, A Dança do Universo – Dos mitos da criação ao big-bang (Cia. das Letras, 1997), tornou-se um marco da divulgação científica no Brasil. Com ele venceu o Prêmio Jabuti 1998 e inspirou uma peça de teatro do grupo Arte e Ciência no Palco, que estreou no Festival de Curitiba em 2005 e foi apresentada em vários teatros e festivais no Brasil e em Portugal.

Com O Fim da Terra e do Céu – O Apocalipse na Ciência e na Religião (Cia. das Letras, 2001), venceu novamente o Jabuti, de 2002. Também um best seller, A Harmonia do Mundo (Cia. das Letras, 2006) foi seu primeiro romance, que fala sobre  a vida e a obra do astrônomo alemão Johannes Kepler. Completam a sua bibliografia: Retalhos Cósmicos (Cia. das Letras, 1999), O Livro do Cientista (ilustrado por Marcelo Cipis, Cia. das Letrinhas, 2003), Micro Macro 2 (PubliFolha, 2007), Cartas a um Jovem Cientista (Campus, 2007), Mundos Invisíveis (Globo, 2008), Criação Imperfeita: Cosmo, Vida e o Código Oculto da Natureza (Record, 2010) e Conversa sobre a Fé e a Ciência (Agir, 2011), este em coautoria com Frei Betto, organizado por Waldemar Falcão. É organizador da série Imortais da Ciência, publicada pela Odysseus. Publicou um grande número de artigos científicos em diversas publicações do setor. Seu ensaio Emergent Realities in the Cosmos consta da antologia Best American Science Writing 2003, editada pelo neurologista Oliver Sacks.

Foi consultor no filme O Maior Amor do Mundo (2006), de Cacá Diegues, onde um dos personagens é um astrofísico que retorna ao Brasil depois de anos no exterior.

Em 1994, recebeu do então presidente americano Bill Clinton o prêmio Presidential Faculty Fellows Award, por seu trabalho em cosmologia e por sua devoção ao ensino. Ganhou, também, o Dartmouth Award for Outstanding Creative or Scholarly Work 1995, o Prêmio José Reis de Divulgação Científica 2001 e o Fellow 2001 – da American Physical Society, da qual é membro.

Encontra tempo para realizar palestras e participar de cruzeiros com caçadores de eclipses ao redor do mundo. Mergulhador, seu hobby é a pesca com isca artificial, além do alpinismo. Convenceu seu amigo particular Roald Hoffmann, ganhador do Prêmio Nobel de Química 1981, a desfilar com ele pela escola de samba Unidos da Tijuca, fantasiados de Santos Dumont, no Carnaval de 2004.

Atualizado em janeiro de 2012.
Fontes:

Fiat_Institucional
Arama
Curso para Jornalistas
Newswire
OPN Eventos
MT Viagens
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