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Marcelo Rech

Marcelo Rech

Diretor-executivo de Jornalismo no Grupo RBS, fez parte da primeira expedição brasileira à Antártida, na década de 80. Cobriu diversos conflitos internacionais, entre eles a Guerra do Golfo, que lhe rendeu o Prêmio Líbero Badaró 1993

Marcelo Rech nasceu em Santa Cruz do Sul (RS), no dia 31 de janeiro de 1962. É jornalista formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs/RS), em 1981. Fez pós-graduação em Gerenciamento de Centro de Mídia e em Comunicação Digital e Mídia/Multimídia na Northwestern University/Kellogg School of Management (EUA), em 2001, e em Estratégia de Mídia na Harvard Business School (EUA), em 2009.

Filho de pai militar, desde cedo se acostumou a mudar de cidade. A primeira vez ocorreu quando tinha apenas dois meses de idade: o pai foi transferido de Santa Cruz do Sul para Pelotas (RS). No final das férias de verão que antecederam seu ingresso na faculdade – depois de já ter morado no Rio de Janeiro (RJ) e em Salvador (BA), de trocar o Brasil pela Alemanha, voltar ao Rio, morar em Blumenau (SC) e, então, Porto Alegre (RS) –, já se "sentindo jornalista", como costuma dizer, foi pedir emprego na sucursal gaúcha do jornal O Estado (SC).

Pedido aceito, o jovem, então com 16 anos, passou a acompanhar repórteres em matérias e em coletivas de imprensa. Pouco tempo depois, escreveu sua primeira reportagem para o jornal. Passado o primeiro período letivo, aproveitando as primeiras férias como estudante de Jornalismo, saiu para buscar trabalho em Blumenau, onde morava o pai. A chance surgiu na TV Coligadas (SC), retransmissora da Rede Globo, como repórter do Jornal Nacional no Estado.

Em 1979, foi contratado pela Rádio Gaúcha (RS), onde permaneceu por dois anos. A possibilidade de fazer parte da primeira expedição brasileira na Antártida surgiu com uma pauta elaborada ainda na rádio Gaúcha – após a formatura, passara a integrar a equipe da Empresa Brasileira de Notícias (EBN). Um almirante, ligado à Comissão Interministerial para os Recursos do Mar, foi a Porto Alegre pedir apoio de empresários para realizar a expedição. O jornalista pediu à EBN para reportar o encontro e, em conversa com o almirante, perguntou se a Marinha não precisava de um repórter para fazer a cobertura da expedição. Em dezembro de 1982, Rech fez parte do primeiro grupo de brasileiros a ser enviado à Antártida, de onde enviou notícias para todos os veículos do País.

De volta ao Brasil, foi promovido a chefe de Jornalismo da EBN. Em seguida, entrou no jornal Zero Hora (RS) e na RBS TV (RS) como pauteiro. Passou ainda pelo Correio do Povo (RS), como chefe de Reportagem, antes de retornar ao Zero Hora, dessa vez para atuar como repórter especial, focado especialmente em conflitos internacionais. Cobriu a Guerra da Iugoslávia, em 1993, além da Guerra do Golfo e a separação da União Soviética. Pelo material enviado do Cairo, venceu o Prêmio Líbero Badaró daquele ano.

Entre 1997 e 2008, foi diretor-editorial do Zero Hora e dos outros sete jornais do grupo RBS. Em 2008, foi convidado para comandar a recém-criada Diretoria Geral de Produto do Grupo RBS. Em março de 2012, assumiu o cargo de diretor-geral de Jornais do Rio Grande do Sul e, em dezembro, o de diretor-executivo de Jornalismo. Passou, também, a coordenar o Comitê Editorial do grupo.

É membro da mesa diretora da World Association of Newspapers (WAN), vinculada à World Editors Forum (WEF). É também coordenador do comitê editorial da Associação Nacional de Jornais (ANJ). É autor do livro Enviado Especial – Passageiro da História (Sagra-Luzzatto, 1997) – no qual sintetiza mais de 20 grandes coberturas internacionais –, e coautor do livro 45 Reportagens que Fizeram História (RBS Publicações, 2009) – lançado durante as comemorações pelos 45 anos do jornal Zero Hora.


Atualizado em dezembro de 2012
Fontes:

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