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Marco Antônio Gomes

Marco Antônio Gomes

Consultor de projetos especiais para diversas mídias, traz na bagagem a experiência de quase seis décadas de atuação em jornais, rádio e TV, além de quatro prêmios em jornalismo. Foi secretário geral de redação no jornal Gazeta Mercantil e comandou o jornalismo de importantes rádios paulistanas.

Marco Antônio Gomes nasceu em Taquaritinga, no interior de São Paulo, em 29 de agosto de 1941. Iniciou no jornalismo em 1957 como repórter da sucursal paulista do jornal Última Hora, aos 17 anos de idade. Em 1958 foi para a rádio Panamericana que tinha como slogan “a emissora dos esportes” transformada cerca de oito anos mais tarde na rádio Jovem Pan.

Passou pela rádio Excelsior (atual CBN) no período da direção de Henrique Lobo; e pela Rádio América, com José Paulo de Andrade, na década de 60, no programa América nos Esportes. Segundo Marco Antonio a rádio era do Grupo Bandeirantes e o jornalista Salomão Ésper, exercia o cargo de Diretor Artístico.

Retornou em 1968 para a já então Jovem Pan como repórter, tendo integrado a equipe que idealizou a programação jornalística da emissora, ao lado de Realli Júnior, Milton Parron, Antonio Del Fiol, Milton Blay, Fausto Silva, Milton Neves, Joseval Peixoto, Osmar Santos, entre outros, e sob a direção de Fernando Vieira de Mello. Nesse período criou o programa São Paulo Agora, que ancorou até 1974.

A partir de então acumula quase quatro décadas de atividades em jornais, emissoras de rádio, televisão e editoras da imprensa brasileira. Em 1968 foi jornalista convidado para visitar as redações das emissoras de rádio e televisão norte-americanas ABC e NBC, em Nova York. Conheceu de perto os processos do trabalho jornalístico ali desenvolvidos e falou sobre os desafios do jornalismo brasileiro naquele momento – uma mecânica hoje conhecida como benchmarking.

Em uma nova volta aos EUA, em 1978, repetiu a experiência nas redações do New York Times e Washington Post.

No mesmo ano, foi enviado ao México para reportagens e como convidado do jornal de oposição Uno más Uno, onde desenvolveu o mesmo trabalho de troca de informações e experiências com os colegas jornalistas da capital mexicana.

No início da década de 70 trabalhou inicialmente como pauteiro, depois assumiu como coordenador de jornalismo, na TV Cultura, da Fundação Padre Anchieta de São Paulo (FPA) durante a gestão do jornalista Vladimir Herzog.

Ainda na televisão, entre 1976 e 1977 participou, como repórter, do programa Globo Repórter na equipe de São Paulo integrada pelos jornalistas Fernando Pacheco Jordão, Georges Bourdoukan, Gregório Bacic e o cineasta e escritor João Batista de Andrade. Entre as matérias produzidas para o programa lembra-se especialmente da reportagem Os Condenados. Foi a primeira equipe a entrar na casa de detenção do Carandiru. “Por 21 dias, acompanhamos a vida dos detentos no presídio. Fizemos mais de seis horas de gravação. O programa foi para o ar, cortado, censurado (época dura). Mas foi”.

 

Em 1977 foi chamado por Jair Brito e o jornalista Sérgio de Souza para efetuar mudanças no jornalismo do Sistema Globo de Rádio em São Paulo, período em que a equipe implantou o novo jornalismo, com reportagens especiais e programas jornalísticos como o Pé na Estrada, apresentado por Nelson “Tatá” Alexandre, dedicado aos caminhoneiros. Nesse período também participou da reformulação do Departamento de Esportes com a contratação de Osmar Santos e do repórter Fausto Silva, o Faustão.

 

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