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Marcos Augusto Gonçalves

Marcos Augusto Gonçalves

Trabalha na Folha de S.Paulo desde 1984, onde passou pelos cadernos Ilustrada, Domingo e Mais!. É colunista no caderno Cotidiano e escreveu três livros

Marcos Augusto Gonçalves, o MAG, se considera um paurioca, pois mudou-se do Rio de Janeiro (RJ) para São Paulo (SP) em 1984, mesmo ano em que começou a escrever para a Folha de S.Paulo, onde  primeiramente foi editor-assistente do caderno Ilustrada.

Desempenhou diversas outras funções no jornal, como editor de Ilustrada, editor de Domingo e editor do caderno Mais!, além de correspondente na Itália. No final da década de 1990, deixou o jornal para ser diretor editorial do diário esportivo Lance!.

Retornou em 2003, como editor de Opinião. Além de editorialista do jornal, desde agosto de 2012 é também colunista do caderno Cotidiano (página 2), espaço em que escreve para desafiar e contestar semanalmente os clichês mais comuns na capital paulista, pela visão de um fluminense. A primeira coluna teve o título Novo espaço de diálogos e experimentações artísticas, sobre o edifício Copan. 

Em março de 2012, lançou o livro 1922 - A Semana que Não Terminou (Companhia das Letras), obra em que escreve sobre o festival de arte no Teatro Municipal de São Paulo, a conhecida Semana da Arte Moderna. Escreveu também Pós-Tudo – 50 Anos de Cultura na Ilustrada (Publifolha, 2008), sobre o caderno cultural da Folha de S.Paulo, e Cultura e Participação nos Anos 60 (Brasiliense, 1983), em co-autoria com Heloisa Buarque de Holanda, sobre a cultura na década que revelou vários artistas da MPB. 


Atualizado em agosto/2012 - Portal dos Jornalistas.

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