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Marcos Aurélio

Marcos Aurélio

Com passagens marcantes por Tupi, Globo e CBN. Ao todo trabalhou por mais de 16 anos no Sistema Globo de Rádio. Na Rádio Globo foi âncora do programa ‘Quintal da Globo’. Apresenta o programa ‘Todas as vozes’ na Rádio MEC, Rio e emissoras EBC. Comandou o carnaval do Rio de Janeiro em 2015, ao vivo. É coordenador da ONG UNIRR - União e Inclusão em Redes e Rádio, além diretor da Voz e Conteúdo Comunicação e Entretenimento. O jornalista que tem catarata congênita e glaucoma fez do rádio "o seu olho para o mundo".

Marcus Aurélio de Carvalho assina Marcos Aurélio, é radialista, repórter e comentarista especialmente em esporte, formou-se em Jornalismo e iniciou sua carreira na rádio Roquette Pinto em 1981, como estagiário.

Nos anos 70 se divertia montando grades de programação das emissoras – Sabia de cor não só as escalações de times do Brasil inteiro como das equipes que trabalhavam em cada emissora.  Trabalho que depois veio a fazer como gerente de rede do Sistema Globo de Rádio em São Paulo.

A chance de entrar no mundo do rádio surgiu em 1981. Estava em casa, ouvindo a Rádio Roquette Pinto e nada de entrar o Plantão Esportivo (programa que acompanhava). Na cara de pau de seus 20 anos, ligou para a emissora e perguntou o que estava havendo. Disseram que o plantonista não foi trabalhar porque estava doente. Não teve dúvidas: juntou umas moedinhas, pegou um rádio para acompanhar o andamento dos jogos e se apresentou para trabalhar. Gostaram tanto que o convidaram a ficar fixo na função.

Marcos percorreu uma trajetória de superação. Trabalha em rádios há mais de 30 anos. Na profissão já fez de tudo: locutor, repórter, plantonista, narrador, comentarista, gerente, comunicador, gerente de rede e professor de rádio em universidades.

O próprio Marcos contou um pouco da sua trajetória para o jornal O Globo em fevereiro 2015. “Nasci com catarata congênita e glaucoma. Perdi o globo ocular direito e tenho 10% de visão do olho esquerdo. Passei pela CBN, fui gerente da Rádio Globo e hoje apresento o programa Todas as Vozes na rádio MEC, coordeno o UNIRR, ONG que trabalha a inclusão social. Fui o primeiro repórter de esportes com baixa visão em emissoras de rádio de grande porte. A minha presença na Rádio Tupi, entre 1984 e 1992, ajudou a romper o estigma”.

Viveu grandes momentos nos 12 anos que passou pela Rádio Tupi, em um deles, foi banido como repórter da cobertura do Vasco da Gama, quando contou aos ouvintes a verdadeira razão de uma briga do dirigente com outro cartola. Não tinha nada a ver com política do clube. A postura do dirigente do clube foi denunciada por José Carlos Araújo em sua coluna em O Dia.

Tirou de letra o que chamam de visão subnormal. Morava em Inhaúma [bairro de classe média da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro e que hoje faz parte do Complexo do Alemão]. Em casa ligava três ou quatro rádios ao mesmo tempo, “meu pai consertava rádios”. Acompanhava sobretudo jogos de futebol, anotando tudo.

A partir de 1996 passou a trabalhar para o Sistema Globo de Rádio. Ficou na emissora por mais de 16 anos. Passou os primeiros seis anos na CBN e mudou-se para a Globo em 2002. Em setembro de 2002, assumiu a apresentação do Quintal da Globo. Foi gerente executivo da Rádio Globo Rio e exerceu a mesma função na Rádio Globo São Paulo.

Após deixar a Rádio Globo em 2012 ficou fora dos microfones por dois anos, recebeu então o convite da Rádio MEC 800AM para apresentar o programa Todas as Vozes, de 7h05 às 10h. O programa que aposta na interatividade com conteúdo colaborativo, áudios marcantes do rádio brasileiro de todos os tempos, entrevistas e dicas sobre inclusão das pessoas com deficiência. Entre os temas abordados estão os principais destaques do futebol e do desporto olímpico, além de entrevistas culturais e as histórias curiosas das letras de grandes compositores da Música Popular Brasileira. A estreia foi em 26 de maio de 2014.

Cobriu o carnaval de 2015 fazendo uma narração dos desfiles que definiu como “audiodescritiva” das riquezas de cores dos temas das escolas de samba.  Na transmissão usou três óculos diferentes. “Ficava mais tempo com o que eu uso mais no dia a dia, que eu chamo de “óculos de andar”. Para olhar o cronômetro na avenida, colocava o que tem uma lupa na lente esquerda. Para ler, usava um terceiro par de óculos, com o papel próximo ao rosto. Fiz a transmissão revezando os três”.

A entrevista completa que Marcos deu à jornalista Adriana Lorete, Agência Globo, publicada na sessão Conte algo que não sei.

Marcos diz que conseguiu tudo o que sonhava com o rádio: “Ser jornalista, radialistas e professor sempre foram as minhas paixões. Sou um cara de amores correspondidos”.

Sobre a importância do rádio, define: ‘O rádio foi meu olho para o mundo’

 

 

Atualizado em Fevereiro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://radioglobo.globoradio.globo.com/marcus-aurelio/MARCUS-AURELIO.htm

http://oglobo.globo.com/sociedade/conte-algo-que-nao-sei/marcus-aurelio-de-carvalho-jornalista-professor-radio-foi-meu-olho-para-mundo-15417520

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