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Marcos Losekann

Marcos Losekann

Começou sua carreira na RBS, e depois passou por várias sucursais da TV Globo, inclusive em outros países, onde cobriu grandes acontecimentos. Atualmente, segue como correspondente internacional, baseado em Londres

Marcos Sidney Losekann nasceu em 8 de janeiro de 1966, em Independência (RS). Começou sua carreira na RBS, afiliada da TV Globo, em Cruz Alta (RS), onde cursou Direito. A primeira matéria que fez, em 1984, foi sobre as gravações da minissérie O Tempo e o Vento, dirigida por Paulo José e ambientada em terras gaúchas.

Também teve passagens pela rádio Gaúcha (RS) e pelos jornais Zero Hora (RS) e Diário Catarinense (SC). Trabalhou na RBS Caxias (RS), até ser contratado pela RBS Florianópolis (SC), em 1988. Lá, aos 22 anos, tornou-se o mais jovem repórter de rede da TV Globo, sendo responsável pelas reportagens de Santa Catarina que eram veiculadas em rede nacional.

Convidado para ser repórter da TV Globo em Brasília (DF), assumiu em julho de 1990. Em dezembro daquele ano, participou, ao lado de Ernesto Paglia, da cobertura do julgamento dos assassinos do líder seringueiro Chico Mendes (1944-1988), na Amazônia. Dois anos depois, durante a Cúpula da Terra, no Rio de Janeiro (RJ), foi enviado como correspondente na Amazônia, onde ficou por mais de três anos. Morava em Manaus, mas fazia reportagens em toda a Amazônia, inclusive nos países vizinhos.

De lá também participou, ao lado de Pedro Bial, da cobertura das eleições presidenciais de 1994, fazendo matérias que mostravam o comportamento eleitoral da população ribeirinha. Sua experiência como correspondente na selva virou livro, O ronco da pororoca – Histórias de um repórter na Amazônia (Senac, 1999).

Em janeiro de 1996, transferiu-se para São Paulo (SP), onde ficou até 2000. Nesse período, participou de coberturas importantes, como a da queda do Fokker 100 da TAM, em 1996, na capital paulista, e o assassinato de Paulo César Farias (1945-1996), o PC Farias, tesoureiro do ex-presidente Fernando Collor de Mello, em Maceió (AL).

Em agosto de 2000, após uma passagem de seis meses pela redação do Rio, foi enviado como correspondente no escritório da TV Globo em Londres. De lá, cobriu a repercussão dos atentados de 11 de setembro de 2001 e, em seguida, acompanhou os desdobramentos da ofensiva americana contra o regime dos talibãs, no Afeganistão, e a guerra no Iraque.

Transferido para Jerusalém em 2004, tornou-se o primeiro correspondente internacional da TV Globo baseado no Oriente Médio. Cobriu fatos importantes da história recente, como o início da Segunda Intifada – a revolta dos palestinos contra a ocupação israelense –, a morte do líder palestino Yasser Arafat (1929-2004), o sequestro e assassinato do engenheiro brasileiro João Vasconcellos Júnior (1956-2007) por extremistas no Iraque, em 2005, e a vitória do grupo fundamentalista Hamas nas eleições palestinas de 2006.

Ainda em 2006, acompanhou a guerra entre Líbano e Israel diretamente do front. Durante os 33 dias de conflito entre as tropas israelenses e os militantes do grupo Hezbollah, fez reportagens sobre a guerra a partir do lado israelense da fronteira, enquanto o repórter Munir Safatli se encarregava da cobertura no Líbano. No final daquele ano, foi convidado pela direção da Central Globo de Jornalismo para retornar a Londres, desta vez na chefia do escritório da TV Globo.

Em 2007, acompanhou a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a vários países da África. Em 2008, foi o primeiro jornalista da América Latina a entrevistar Ingrid Betancourt, ex-candidata ao governo colombiano sequestrada por sete anos pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Em setembro do mesmo ano, durante outra reportagem no Líbano, chegou a ser sequestrado e interrogado por membros do Hezbollah por mais de cinco horas.

Sediado em Londres, viaja frequentemente pela Europa em busca de novas matérias. Em 2010, cobriu a greve geral na França. Em 2011, registrou, in loco, os 25 anos do acidente nuclear em Chernobyl, na Ucrânia, além de participar da cobertura do casamento do príncipe inglês William com Kate Middleton. Também esteve em Abbottabad, no Paquistão, para investigar a morte de Osama Bin Laden. Entrevistou, em janeiro de 2012, o beatle Paul McCartney, durante o lançamento do CD Kisses On The Botton.

Além do livro de reportagens sobre a Amazônia, é autor da trilogia Entrevista com Deus, integrada por O Dossiê Iscariotes (2006), O Segredo do Salão Verde (2007) e Entre a Cruz e a Suástica (2009), lançados pela Editora Planeta. Dossiê aborda o assassinato de Chico Mendes, mas também envolve uma trama ficcional com pedofilia na Igreja, corrupção no governo estadual e tráfico de drogas; no segundo livro estão o impeachment de Collor e outros escândalos da Capital Federal, como corrupção, superfaturamento de obras, conluios etc.; o terceiro traz o assassinato do tesoureiro da campanha de Fernando Collor, PC Farias, roubalheira em órgãos federais, como a extinta Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), neonazismo e espionagem internacional.


Atualizado em setembro de 2012
Fontes:

Fiat_Institucional
Arama
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