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Marcos Marques

Marcos Marques

Diretor de Arte da revista Época atua na área de imagem há 25 anos. Leva na bagagem um Esso e dois Prêmio de Melhor Capa da ANER. Foi o vencedor do Prêmio Jornalistas & Cia/HSBC de imprensa e Sustentabilidade de 2012, na categoria Mídia Nacional/Imagem – Criação gráfica, com a capa da matéria Rio+20 – O futuro dele depende de nós.

Marcos Marques atua na área de imagem em revistas desde 1988. Tem 25 anos de profissão e está em Época desde 2003, há nove anos, onde é diretor de Arte.

Começou na revista Interview. Logo em seguida trabalhou nas revistas AD (Arte&Decoração) e Gula.

Criou a primeira revista de viagem do Brasil, a Travel In e o projeto gráfico da revista The Journal. Depois de alguns anos, Marcos deu um tempo com trabalho e ficou em Cancun por um ano.

Na volta foi chamado para criar o projeto gráfico da revista RAÇA e em seguida da revista FORBES BRASIL. Há sete anos é diretor de arte da revista ÉPOCA, onde ganhou o Prêmio Esso de 2009 e por duas vezes ganhou o Prêmio de Melhor Capa da ANER (2009 e 2010).

Vencedor do Prêmio Jornalistas & Cia/HSBC de imprensa e Sustentabilidade de 2012, na categoria Mídia Nacional/Imagem – Criação gráfica, com a capa da matéria Rio+20 – O futuro dele depende de nós, publicada pela revista Época (SP). Participaram da equipe vencedora Alexandre Lucas, Andre Sarmento, Anne Geddes, Daniel Pastori Pereira, Marcelo Biscola, Marco Antonio Vergotti e Rafael Ramos.

Na festa de entrega do prêmio em São Paulo, dia 30 de outubro de 2012, Marcos concedeu ao Jornalistas&Cia a entrevista, abaixo, e contou um pouco sobre a matéria.

Como surgiu a ideia da capa : “A pauta surgiu de conversas do editor executivo Alexandre Mansur com a repórter Aline Ribeiro. Segundo Alexandre, “o ambiente da Rio+20 era um novo momento de conscientização da nova geração. As crianças e adolescentes, que viverão as consequências da crise ambiental atual quando virarem adultos, crescem hoje com uma exposição inédita aos dilemas ambientais”. “Uma vez definida a pauta, a ideia do que poderia ser a capa foi uma evolução natural. Criança na capa é sempre uma imagem inspiradora, pois lembra que existe um interessado em nossos cuidados ambientais, que não estamos defendendo os interesses do urso polar nem do mico-leão, mas dos nossos filhos e netos. Alexandre lembrou das fotos da Anne Geddes, com as crianças em simbólica interação com a natureza. A primeira ideia foi usar uma das fotos dela, de uma criança como parte de uma planta, para sugerir essa ligação da nova geração com a natureza. Após negociar o uso da foto, tivemos a ideia de inserir essa referência no contexto da paisagem natural do Rio de Janeiro, palco do encontro Rio+20”.

Sobre sustentabilidade : “Na Rio 92 meio ambiente estava em alta e tinha um espaço marginalizado: Era uma questão restrita às editorias ou publicações especializadas. Já Em meados dos anos 1990, o tema perdeu importância, diante de demandas sociais. Não havia sustentabilidade nenhuma. Apenas um falso conflito entre quem defendia o uso sustentável de recursos naturais e quem defendia priorizar as conquistas sociais. Como se fosse possível uma coisa sem a outra. Esse falso dilema só foi superado com a emergência das questões climáticas na segunda metade dos anos 2000. Desde então, inspirados no problema complexo do aquecimento global causado pelo homem e suas consequências para nosso desenvolvimento, conseguimos ver que um ambiente natural e social saudável faz parte do presente e do futuro que queremos. Na revista quem responde pela editoria é Alexandre Mansur.

 

 

 

Atualizado em novembro/2012 – Portal dos Jornalistas

 

Fonte:

Jornalistas&Cia - Edição 870, de 31 de outubro a 6 de novembro de 2012.

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