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Maria Cristina Poli

Maria Cristina Poli

Âncora do Jornal da Cultura, desenvolveu toda a carreira junto à televisão. Passou pelas câmeras da Rede Globo e da Rede Bandeirantes

Maria Cristina Poli nasceu no dia 24 de janeiro de 1964, em São José do Rio Preto (SP).
 
Iniciou a carreira na televisão trabalhando como assistente de produção no programa Hebe, do SBT, atrás das câmeras: segurava dálias com informações para a apresentadora dar seguimento às entrevistas. Depois de formada em Jornalismo, entrou na Rede Globo, onde trabalhou como repórter especial e editora, de 1982 até 1992. No período, participou de projetos importantes para a emissora, como a implantação da Rede Globo Oeste Paulista, e de coberturas de eventos internacionais, como a dos Jogos Olímpicos de Barcelona 1992.
 
Foi para a TV Cultura, fazer documentários e matérias especiais, ainda em 1992. No ano seguinte, aceitou convite para apresentar o programa Vitrine, função que exerceu até 1998. Montou uma produtora, no período, e realizou dez programas sobre a história da imigração e os bairros paulistanos, mais quatro sobre o centro da cidade, com a jornalista Neide Duarte.
 
Contratada pela Rede Bandeirantes no ano 2000, apresentou o programa Circular, no Canal 21. O programa era apresentado de dentro de um ônibus, que circulava pelas ruas de São Paulo. Apresentou, depois, o Jornal da Noite, na TV Bandeirantes, entre 2001 e 2003, no qual atuou também como editora-chefe.
 
Trabalhou como repórter especial da Central de Jornalismo da Rede Globo e, depois, como repórter exclusiva do Fantástico, entre 2005 e 2008. Voltou à TV Cultura em 2010, onde é âncora do Jornal da Cultura e apresenta o programa de entrevistas Poli.
 
Recebeu em março de 2013 o Troféu Mulher Imprensa, na 9º edição do prêmio idealizado pelo portal e revista Imprensa, em parceria com a Maxpress. A premiação ocorre anualmente e visa premiar as profissionais que tiveram destaque em sua área de atuação no ano. Conquistou o troféu na categoria âncora de telejornal.

Ao receber o troféu a apresentadora dividiu o prêmio com sua equipe e agradeceu à emissora por permitir que fizesse um jornal que fala “brasileiro”, o que, segundo ela,  “disse o porteiro do colégio de suas filhas”.

 
 
Atualizado em março/2013 - Portal dos Jornalistas
Fontes:
Arquivo Jornalistas&Cia.
 

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