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Mário Magalhães

Mário Magalhães

Recebeu mais de 20 prêmios e menções honrosas no Brasil e no exterior, entre eles: Every Human Has Rights Media Awards, Lorenzo Natali Prize, Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos e Anistia, Grande Prêmio Esso de Jornalismo. Trabalhou nos jornais Tribuna da Imprensa, O Globo, O Estado de S.Paulo e Folha de S.Paulo, diário do qual foi repórter especial, colunista e ombudsman. Assina o blog do Mario Magalhães no portal do UOL.

Mário Magalhães nasceu em 1964, no Rio de Janeiro (RJ). Formou-se em Jornalismo na Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ufrj/RJ), em 1988.
 
Começou a carreira em 1986, como repórter de Cultura do jornal Tribuna de Imprensa (RJ). No ano seguinte, exerceu o mesmo cargo, na mesma editoria, pelo jornal O Globo. Entre 1988 e 1990 deixou as redações de jornal para participar, como repórter, do projeto Chatô. Além disso, editou publicações institucionais de publicidade em Lisboa, Portugal.
 
Voltou aos jornais em 1991, como repórter das editorias Geral e Educação, no extinto caderno Cola, para adolescentes, do jornal O Estado de S.Paulo (SP). No mesmo ano, transferiu-se para a Folha de S.Paulo (SP), onde foi editor-assistente do Folhateen, também para o público jovem, e do caderno de Esportes. Em 1993, passou a atuar como repórter de Esportes na sucursal do Rio de Janeiro (RJ).
 
Em 2003, deixou a Folha para se dedicar a um projeto pessoal, escrever a biografia do guerrilheiro Carlos Marighella – Marighella, o Guerrilheiro que Incendiou o Mundo (Companhia das Letras, 2012). Voltou à Folha em 2006, no Rio de Janeiro, diário do qual foi repórter especial, colunista e ombudsman em duas gestões (2007 e 2008). Assina o blog do Mario Magalhães no portal do UOL
 
Escritor, lançou os livros Viagem ao País do Futebol (DBA, 1998), com fotos de Antônio Gaudério, e O Narcotráfico (Publifolha, 2000), dentro da coleção Folha Explica. A reportagem sobre o Caso Pelé-Unicef, de 2001, foi publicada no livro 11 Gols de Placa – Uma seleção de grandes reportagens sobre o nosso futebol (Record, 2010), organizado por Fernando Molica. Na época, ele divulgou, junto com o jornalista Sérgio Rangel, que uma empresa ligada a Edson Pelé Arantes do Nascimento teria ficado com dinheiro do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), que deveria ser usado para a realização de um evento beneficente na Argentina.
 
Venceu mais de 20 prêmios, entre eles o Esso de Jornalismo, o Folha de Jornalismo, o Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, a Medalha Chico Mendes de Direitos Humanos, o Prêmio da Associação Inter Americana de Imprensa e o Lorenzo Natali Prize, da União Européia, entre outras menções honrosas.
 
 
Atualizado em setembro/2015- Portal dos Jornalistas.
Fonte:
 

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