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Mário Prata

Mário Prata

Um dos mais importantes escritores brasileiros, escreve sobre cinema, teatro e televisão. Foi repórter, cronista, colaborador, resenhista de literatura, contista e articulista. Acumulou vários prêmios, entre eles dois Kikitos no Festival de Gramado. Um com o filme ‘Bésame Mucho?’ e outro com ‘O Testamento do Sr. Napumoceno?’.

Mário Alberto Campos de Morais Prata é mais conhecido simplesmente por Mário Prata nasceu em 11 de fevereiro de 1946, em Uberaba, Minas Gerais. Viveu a juventude em Lins (cidade distante 455 quilômetros de São Paulo,), onde se apaixonou pela literatura. Mora em Florianópolis.

Prata começou muito cedo a escrever seus textos, aos 14 anos já era colunista social do jornal A Gazeta de Lins. Nos anos 70, colaborou como cronista no Pasquim, ao lado de Millôr Fernandes.

No início de sua atividade trabalhou como bancário. Na capital paulista foi gerente de uma agência do Banco do Brasil. Na época cursava economia na USP (Universidade de São Paulo). Abandonou tudo para se dedicar aos textos.

Seu primeiro livro, O morto que morreu de rir foi publicado pelo Centro Acadêmico da faculdade em 1969. Em seguida emplacou o primeiro sucesso, como dramaturgo, ao escrever a peça Cordão Umbilical.

Como escritor, fez de tudo, se envolveu em todos os setores que a escrita pode levar: teatro, cinema, literatura, televisão, desde novelas, peças, argumentos, crônicas em jornais, etc..

Integrou importantes redações de jornais e revistas, com destaque para os 11 anos em que foi cronista do Caderno 2 do Estadão (entre 1993 e 2004) e crônicas semanais para as revistas Isto É, Época, Playboy, Ícaro, Placar e Caros Amigos, entre outras.

Viveu em Portugal durante dois anos. Morou em Portugal, produziu para a RTP (Rádio e Televisão de Portugal), experiência que lhe proporcionou escrever o livro Schifaizfavoire, dicionário de português (1993, Editora Globo).

Do conjunto da sua obra fazem parte Chapéuzinho Vermelho de Raiva (infanto-juvenil, 1970), Fábrica da Chocolates (1980), Quadrilha (infanto-juvenil, 1990) e O Diário de Um Magro (1997).

Das áreas da televisão, teatro e cinema fazem parte obras como Estúpido Cúpido (novela de TV, 1976/77), um dos maiores sucessos da história das telenovelas brasileiras, dirigida por Régis Cardoso, na Rede Globo. Assinou ainda Xico Rey (série, 1978), O Vento do Mar Aberto (tele romance, 1982), Um Século e Sete Mulheres (RTP, 1992).

No teatro estreou O Cordão Umbilical ,1970, Besame Mucho, 1982, Purgatório, uma Comédia Divina, 1984, Eu Falo o que Elas Querem Ouvir, 2001.

No cinema deixou sua marca em Jogo da Vida e da Morte, 1971, O Beijo 2348/72, 1987). Mario Prata passou a colaborar para o cinema em 1971. Dentre os filmes que roteirizou e escreveu o argumento, estão O Jogo da Vida e da Morte (1971), Chico Rei, transformado em filme (1985), Besame Mucho (1987, em parceria com Francisco Ramalho Jr.), Banana Split (1988), O Testamento do Senhor Napumoceno (1997) e O Casamento de Romeu e Julieta (2003, com roteiro baseado em um conto do autor).

Com os livros que lançou chegou a integrar por nove vezes a lista dos mais vendidos e, muitas vezes, liderá-la. Acumulou vários prêmios, entre eles, dois Kikitos no Festival de Gramado. Um com o filme Bésame Mucho, em parceria com Francisco Ramalho Junior (1987) e outro com O Testamento do Sr. Napumoceno, filme luso-francês.

Em 2000 uniu literatura com internet, ao escrever o romance policial Os anjos de Badaró (Editora Objetiva), obra integralmente feita online, com uma audiência média diária de 4000 seguidores acompanhando o seu trabalho.

O livro Minhas mulheres e meus homens, de Mário Prata, chegou às livrarias, em reedição, em janeiro de 2012, pela Planeta. No livro, o autor conta histórias de seus amigos e revela um retrato da geração de 60. As divertidas histórias vão além de simples crônicas e compõem uma biografia do autor e de sua geração. Na nova edição, o livro apresenta personagens anônimos e também famosos como Chico Buarque, Caetano Veloso, Sonia Braga, Marília Gabriela, Danuza Leão e Irene Ravache, entre outros.

Na edição de 1999, quem fez o prefácio foi a ex-mulher de Prata, a jornalista e escritora Marta Góes.  Já na nova edição, o escritor Antonio Prata, filho do autor, escreve a orelha. A ideia de escrever o livro surgiu simples assim: ele abriu sua agenda telefônica e percebeu que ali estavam nomes de muitas pessoas, com histórias de vida divertidas e interessantes. Pronto, virou livro.

Em junho de 2012 o jornal Hoje em Dia reformulou projeto gráfico e o time de colunistas. Trouxe para suas páginas a assinatura: Mário Prata.

Veja, na ‘Linha do Tempo’ a bibliografia de Mário Prata assinou. Na ‘Galeria’ estão algumas das capas dos livros dele. As duas bandas informativas fazem parte deste perfil.

 

 

Atualizado em fevereiro/2014 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://marioprata.net/

http://terceirotempo.bol.uol.com.br/que-fim-levou/mario-prata-4467

http://literatura.atarde.uol.com.br/?p=1027#sthash.FTVzBRjr.dpuf

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