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Marlene Bergamo

Marlene Bergamo

Repórter fotográfica premiada, bicampeã do Troféu Mulher Imprensa. Suas exposições ganharam Brasil e o mundo, passaram pelo Museu Stedelijk, na Holanda, pelo Museu Ludwig, na Alemanha, e em Madri, durante a PHotoEspaña Festival Fotografia

Marlene Bergamo nasceu São Paulo (SP), em maio de 1965. Cursou Publicidade e trabalha como fotojornalista desde 1990.
 
Integrou o Grupo Tela, que fez exibições cinematográficas ao ar livre, em cidades do interior próximas a São Paulo. Começou no jornal Notícias Populares, extinto em 20 de janeiro de 2001, fazendo ronda noturna, fotografando pessoas assassinadas na capital durante a madrugada. Depois, entrou na Folha de S.Paulo em 1995 e redimensionou uma área de que todo fotógrafo corre: a Coluna Social. Brilhou na página 2 da Ilustrada, onde ficava a coluna de Joyce Pascovitch. Mais uma vez, aliou domínio técnico com talento. Durante anos clicou para a coluna social da Folha, onde segue trabalhando em matérias gerais.
 
Preside a organização não-governamental AIC Papel Jornal que desenvolve projetos com adolescentes da periferia de São Paulo. Na área de Cinema, realizou fotografia de cena dos filmes Sábado e Boleiros de Ugo Giorgetti, e de Bicho de Sete Cabeças, de Laís Bodanzky, e Carandiru, de Hector Babenco, além da Direção de Fotografia de documentários a partir de 2008.
 
A primeira exposição coletiva foi aberta em 1991, com o nome de Novos no Fotojornalismo Brasileiro, no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo. Na sequência vieram: em 1993, a Panorama da Fotografia Brasileira, Mês Internacional da Fotografia, no Sesc Pompeia, em São Paulo; em 1996, a Brasil Mostra Tua Cara, na Bienal Internacional de Fotografia, em Curitiba (PR); em 1996, a Sampa! Fotografia de São Paulo, no Museu Municipal Het Domein, em Sittard (Holanda), e no Museu Municipal in der alten Post, em Mülheim an der Ruhr (Alemanha); em 1997, a Na Fronteira dos Sentidos, Mês Internacional da Fotografia, Centro Cultural São Paulo. Em 2000 fez uma mostra individual sobre violência na Bienal Internacional de Fotografia, em Curitiba.
 
Participou ainda das exposições coletivas: em 2001, Mulher não existe, existe?, no Museu da Imagem e do Som, São Paulo; em 2005, Fotografie: Brasiliens Gesichter, no Ludwig Museum, Koblenz (Alemanha); em 2007, Paraty em Foco, Festival Internacional de Fotografia, em Paraty (RJ); 2009, Olhares sobre os Trilhos, na Estação da Luz, São Paulo; em 2009, Foto Contexto - Os Grandes Momentos do Fotojornalismo, Arfoc, São Paulo; em 2010, a 5ª Mostra Anual de Fotojornalismo, Arfoc, São Paulo. Passaram ainda pelo Museu Stedelijk, em Amsterdam (Holanda), e em Madri (Espanha), durante a PhotoEspaña Festival Fotografia. Em São Paulo, as fotos de Marlene ficaram em exposição de 1976 a 2011, na mostra Bom Retiro e Luz: Um Roteiro, onde fotos no limite da luz denunciavam as sombras, e as imagens do escuro destacavam-se bem claras.
 
Recebeu o Prêmio Nacional de Fotografia 1996, promovido pela Funarte, na categoria Jovem Fotógrafo; o Grande Prêmio Folha de Reportagem 2006; o Prêmio Folha de Fotografia 2007; os Prêmios Mulher Imprensa 2007 e 2013, na categoria Repórter Fotográfica de Jornal, e o Prêmio O Melhor da Fotografia 2009, categoria Fotojornalismo. Entre os prêmios internacionais que recebeu estão o JP Morgan Photography Award e o Filme Photography Award.
 
Em setembro de 2013, participará da mostra Brazilian Photojournalists – From Bossa Nova to Global Power, a ser realizada no salão principal da sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA), e que depois percorrerá outras quatro cidades americanas: Washington, Los Angeles, Seattle e Miami.
 
 
Atualizado em março/2013 - Portal dos Jornalistas
Fontes:
Jornalistas&Cia – Edição 884
 

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