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Marli Moreira

Marli Moreira

Há 27 anos na Empresa Brasil de Comunicação, EBC, já passou pelo Diário Popular, além de ter atuado como freelancer na Carta Capital, Quatro Rodas e a Rádio Jornal do Brasil.

Marli Alves Moreira nasceu na cidade de São Paulo no dia 23 de agosto de 1954. Concluiu MBA em Finanças pela Fundação Instituto de administração (FIA) em São Paulo.

Começou a carreira como rádioescuta da Rádio Tupi e do Departamento do Sistema Viário (DSV) de São Paulo. Em seguida foi promovida à redatora da Rádio Tupi.

Com a experiência, ganhou a chance de ser, no Diário Popular, uma espécie de noticiarista - como era chamado o profissional que, na época recebia as informações por telefone dos repórteres em campo e, às vezes, complementava a reportagem com fontes ouvidas por telefone,

Foi o passo para se tornar repórter da editoria de geral, mas predominavam coberturas em política e economia.

Na editoria e economia, teve a chance de atuar como frelancer nas revistas, Quatro Rodas, Casa Cláudia e Carta Capital, além das rádios Jornal do Brasil, Cultura de Belém do Pará e Itatiaia, de Belo Horizonte.

Em 2013, completa vinte e sete anos na empresa pública de comunicações do governo federal que já foi Empresa Brasileira de Notícias (EBN), Radiobras e, agora, Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Dentre suas principais matérias, a jornalista destaca, de modo bem humorado, as peripécias que viveu nas coberturas  : "Minha primeira cobertura foi no traslado do Corpo de Ivete Vargas. Curiosamente, entre as que mais me marcaram, foram os velóriso e enterros do corpo do piloto Ayrton Senna e do filho da cantora da Jovem Guarda, Wanderléia, onde só consegui entrar disfarçada de amiga da família.

Também cobriu os dias de agonia de Tancredo Neves, em que as informações valiam ouro, e a última entrevista de Mário Covas, em que este dava declarações confusas sob o efeito de medicação, motivo que levou Dona Lila, a esposa dele, a suspender a entrevista.

Na cobertura do enterro de Ayrton Senna, depois de horas e horas de trabalho, a bateria do celular havia acabado e ela precisava entrar ao vivo na rádio Nacional de Brasília. "O corpo chegava à porta do cemitério. Como haviam muitos repórteres fotográficos e cinegrafistas disputando espaço, aquele empurra-empurra, fiquei acuada sem poder me mexer ou me defender do corpo a corpo, transmitindo o que ocorria ao vivo por um orelhão que ficava bem no meio do tumulto."

Em meio a um tiroteio de uma rebelião no Carandirú, na zona norte da cidade de São Paulo, teve que se refugiar em uma casa próxima.

Já no Fórum Social Mundial, de 2003, em Porto Alegre, foi um grande desafio para tirar informações de representantes estrangeiros, dada a participação de cem países, sendo que a maioria não falava o nosso idioma, nem francês ou inglês. "Usei uma mistura de vários idiomas e,no final,o resultado foi bom."

Em outra cobertura, teve de pedir carona na rodovia dos Bandeirantes até Campinas/SP e, de lá, tomar um táxi até Pirassununga/SP porque o carro de reportagem tinha fundido o motor e quando chegou a Base Aérea, para acompanhar a visita do então presidente do país, José Sarney, o avião dele iniciava o serviço de aterrissagem. "Tudo isto ocorreu em um tempo quase impossível."

Em outra cobertura presidencial, na Embraer, passou sob as pernas de um soldado (que estava na posição de sentido, sobre uma pequena vala) na barreira da segurança. Não poderia perder a entrevista que ocorreu do lado contrário de onde estava. "Fui tão rápida que a segurança não teve tempo de me deter."

 

Atualizado em março/2013 - Portal dos Jornalistas

Fonte: Informações fornecidas pela jornalista

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