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Miguel Jorge

Miguel Jorge

Ex-repórter, construiu uma das mais bem sucedidas carreiras na área de Comunicação, o que lhe abriu caminho para assumir responsabilidades também em outras áreas e instituições

Miguel Jorge nasceu no dia 22 de março de 1945, em Ponte Nova (MG). Formou-se em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero (SP).

Iniciou a carreira em 1963, como repórter da sucursal paulista do Jornal do Brasil (RJ). Ainda naquele ano, foi para O Estado de S.Paulo (SP), trabalhando ao mesmo tempo em A Gazeta Esportiva (SP). Em 1966, fez parte do time que fundou o Jornal da Tarde (SP), vespertino onde ocupou várias posições, de repórter a subsecretário editorial. Trabalhou na Folha de S.Paulo em 1968 e 1969. Nesse ano, tornou-se sócio e diretor do Jornal da Cidade (SP), de Campinas.

Entre 1970 e 1972, atuou como chefe do Departamento de Comunicação Social do Projeto Rondon. Iniciou uma carreira acadêmica em 1974, tornando-se professor de Jornalismo Informativo da Universidade Paulista (Unip/SP), onde depois ocupou o cargo de diretor do Departamento de Jornalismo, de 1976 a 1977. Paralelamente, foi diretor editorial da Editora CQ, de 1974 a 1977, e diretor editorial da revista Duas Rodas Motociclismo (SP), de 1975 a 1977. Deixou os cargos ao aceitar convite para ser editor-chefe de O Estado de S.Paulo, onde se manteve de 1977 a 1987.

Foi trabalhar na joint-venture Autolatina (Volkswagen e Ford), anda em 1987, como diretor de Comunicação Social. No mesmo ano, foi eleito vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), ficando no cargo de 1987 ao ano 2000. Em 1989, passou a ocupar a Vice-Presidência de Assuntos Legais, Recursos Humanos e Corporativos da Volkswagen do Brasil. Ficou na empresa até 1999, quando se transferiu para o Banco Santander Brasil, como vice-presidente executivo de Assuntos Legais, Recursos Humanos e Corporativos. Foi eleito vice-presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), posição que ocupou de 2001 a 2007.

Ocupou o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do governo Lula, de 2007 a 2010. Desde 2011, é vice-presidente da Câmara de Comércio Arábia Brasil, coordenador do Conselho de Negócios da América Latina da Câmara de Comércio de São Paulo, vice-presidente do Conselho Consultivo da MAN Latin America, membro do Tivit Technologies, presidente do Comitê de Business Afairs America Latina da seção paulista da Câmara Americana de Comércio (Amcham/SP), e consultor da Barral MJorge, empresa que presta serviços nas áreas de assuntos corporativos e de comércio exterior.

Além disso, foi diretor-fundador da Associação de Jovens Cristãos (ACM) da Zona Norte, de 1979 a 1987; presidente do Conselho do setor paulista da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), de 1990 a 1994; assessor da diretoria da ACM, de 1990 a 1997; presidente da Associação Brasileira de Comunicação Corporativa, de 1990 a 1993, e, depois, membro do Conselho Brasileiro de Comunicação Corporativa, de 1994 a 1998; membro-associado da Associação Internacional de Relações Públicas; diretor do Conselho de Auto-Regulação de Publicidade, de 1985 a 1987; diretor do Conselho do Centro de Integração Escolar (Ciee), de 1990 a 1992; diretor do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp); diretor do Museu de Arte Moderna de São Paulo, entre 1990 e 1991; assessor do Conselho Municipal da Cultura de São Paulo, de 1992 a 1996; membro do Conselho Editorial da revista Radar Comunicação, de 1995 a 1996; e membro do Conselho Editorial da revista Meio e Mensagem, de 1998 a 2002.

No novo milênio, atuou como assessor do Conselho Consultivo do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, de 2000 a 2001; assessor do Conselho do Teatro Municipal de São Paulo, de 2001 a 2004; membro do Conselho Editorial do jornal O Estado de S.Paulo, de 2000 a 2010; membro do Conselho Curador da Associação Padre Anchieta (RTV Cultura), de 2001 a 2009; membro do Conselho de Diretores da Companhia de Energia do Estado de São Paulo (Cesp), de 2002 a 2010, presidente do Santander Cultural, de 2002 a 2010; membro do Conselho do Fundo de Solidariedade Social do Estado de São Paulo, de 2003 a 2011, e membro do Conselho Econômico e de Desenvolvimento Social da Presidência da Republica, de 2003 a 2010.

Recebeu muitas premiações e honrarias de instituições brasileiras, como: a Medalha de Mérito, do Tribunal Superior do Trabalho (1982); a Medalha Amigo da Marinha (1989); a Medalha Visconde de Cairu, do Ministério da Indústria e Comércio (1989); a Medalha do Pacificador, do Ministério do Exército (1998); a Medalha de Mérito Militar, do Ministério da Defesa (1999); a Medalha de Mérito da Cultura, do Ministério da Cultura (1999); a Grã Master da Ordem do Rio Branco, a maior distinção do governo brasileiro, do Ministério de Assuntos Estrangeiros; a Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura (1998) e a Grã-Cruz da Ordem do Mérito Científico Nacional, do Ministério da Ciência e Tecnologia (2007). Foi distinguido, também, com a Grã-Cruz da Ordem Real Norueguesa e com a Ordem Dannebrog dos Cavaleiros da Ordem da Dinamarca, ambas em 2007.

Venceu diversos prêmios de Jornalismo, individualmente ou em equipe: dois Esso, em 1969 e em 1970; o da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, em 1970; o de Personalidade de Comunicação 2001, da Mega Comunicações; o de Personalidade de Comunicação Empresarial 2002/São Paulo, da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje); o de Personalidade de Comunicação de Valor 2002, do jornal Valor Econômico e da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, e o USP de Comunicação Corporativa.

Contribuiu para a edição dos livros Comunicação empresarial: estratégia e organizações vencedoras (Aberje, 2006) e A teoria das melhores práticas (Aberje, 2006).


Atualizado em fevereiro de 2012.
Fontes:
Informações fornecidas pelo jornalista.
Arquivo Jornalistas&Cia.

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