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Mirian Goldenberg

Mirian Goldenberg

Antropóloga preocupada em entender a miséria subjetiva da mulher brasileira, é colunista do caderno Equilíbrio da Folha de S.Paulo

Mirian Goldenberg nasceu em 1957, na cidade de Santos (SP). É fonoaudióloga formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), em 1977, com mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ), em 1980, e doutorado em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ufrj/RJ), em 1994.

Publicou seus primeiros trabalhos na imprensa na década de 1980, nas revistas Veredas (do Centro Cultural Banco do Brasil, RJ), Identidade (RJ) e Cadernos do Terceiro Mundo (RJ), bem como nos cadernos Ideias e Ensaios do Jornal do Brasil (RJ). Nos anos 1990, passou a ser colaboradora constante do diário carioca, publicando ensaios também na Gazeta do Povo (PR), no Caderno Dois do Correio Braziliense (DF) e nas revistas Fonoaudiologia Brasil (DF) e Godiva (RJ).

Já neste século, ampliou suas colaborações para as revistas Você S/A (SP) e Persona Mulher (DF) e para os jornais Folha de S.Paulo (SP), O Globo (RJ) e Diário Catarinense (SC), além de manter sua presença no Jornal do Brasil, até o final de 2010. Desde então, é colunista do Caderno Equilíbrio da Folha de S.Paulo, reproduzido no site do jornal. Eventualmente, ainda colabora com o jornal O Estado de S.Paulo (SP) e as revistas TPM (SP), Seleções (SP), Glamour (SP) e Nestlè (SP).

Atua, ainda, como professora do Departamento de Antropologia Cultural e do Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Ufrj e, como convidada, da Casa do Saber (RJ), do Instituto Coppead (Ufrj/RJ) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai/RJ). Mantém um site pessoal na Internet.

Possui boa quantidade de livros publicados: Nicarágua, Nicaraguita: Um povo em armas constrói a democracia (Revan, 1987); A Outra: Um estudo antropológico sobre a identidade da amante do homem casado (Revan, 1990); Ser Homem, Ser Mulher: Dentro e fora do casamento (Revan, 1991); A Revolução das Mulheres: Um balanço do feminismo no Brasil (Revan, 1992), com Moema Toscano; Toda mulher é Meio Leila Diniz (Record, 1995); A arte de pesquisar: Como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais (Record, 1997); De Perto Ninguém É Normal: Estudos sobre corpo, sexualidade, gênero e desvio na cultura brasileira (Record, 2004); Infiel: Notas de uma antropóloga (Record, 2006); Noites de Insônia: Cartas de uma antropóloga a um jovem pesquisador (Record, 2008); Coroas: Corpo, envelhecimento, casamento e infidelidade (Record, 2008); Por Que Homens e Mulheres Traem? (BestBolso, 2010); Intimidade (Record, 2010), e Tudo o que Você Não Queria Saber Sobre Sexo (Record, 2012), com Adão Iturrusgarai.

Além disso, atuou como organizadora de: Os Novos Desejos: Seis visões sobre mudanças de comportamento de homens e mulheres na cultura brasileira contemporânea (Record, 2000); Fazendo Antropologia no Brasil (DP&A, 2001), com Neide Esterci e Peter Fry;  Nu & Vestido: Dez antropólogos revelam a cultura do corpo carioca (Record, 2002); O Corpo Como Capital: Estudos sobre gênero, sexualidade e moda na cultura brasileira (Estação das Letras e Cores, 2007), e Corpo, envelhecimento e felicidade (Civilização Brasileira, 2011). Escreveu, ainda, capítulos para diversos livros de Antropologia e artigos completos para várias publicações acadêmicas.

Participa de consultorias, palestras e conferências pelo Brasil e pela Europa. Foi escolhida como uma das Dez Mulheres do Ano em 2004, na área da Antropologia, pelo Conselho Nacional de Mulheres do Brasil. Dá nome para uma sala de leitura no Instituto Penal Plácido Sá Carvalho, no bairro de Bangu, no Rio de Janeiro.


Atualizado em junho de 2012.
Fontes:

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