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Moacyr de Oliveira Filho

Moacyr de Oliveira Filho

Iniciou a carreira na capital paulista, mas trabalhou grande parte em Brasília, na área Política. Atuou em diversos veículos, entre os quais, Folha de S.Paulo, Veja e JB. Foi Secretário de Comunicação no Governo do DF, assessor na Câmara dos Deputados, e na Secom da Presidência da República, no primeiro mandado do ex-presidente Lula.

Moacyr de Oliveira Filho, mais conhecido por Moa, nasceu em São Paulo, em 02/8/1953. Cursou jornalismo na Faculdade Cásper Líbero, mas não chegou a se formar, embora não tenha encontrado empecilhos para desenvolver a carreira.

Começou a trabalhar como repórter e colunista de Variedade, em 1975, em A Tribuna de Santo Amaro. No ano seguinte, até 1977, foi repórter na Agência Folhas de Notícias. Nesse período, também trabalhou no Jornal Versus.

Em 1977, foi transferido como repórter da Folha de S. Paulo para a sucursal de Brasília. Saiu no mesmo ano e seguiu para a sucursal de Veja, onde permaneceu até 1983. De 1985 a 86, atuou em Última Hora de Brasília, como colunista, editor de Política e secretário de redação. Em 86, aceitou convite para ser diretor geral do Departamento de Turismo do Governo do Distrito Federal, cargo no qual exerceu até 1987. Em 1990, por um ano, trabalhou como colunista político da Agência Dinheiro Vivo. De 1993 a 1994, atuou na sucursal da RBS TV, como repórter, secretário de redação, editor de Política e comentarista.

Em 1995, retornou ao governo para assumir, até 1996, o cargo de Secretário de Estado de Comunicação Social, no governo de Cristovam Buarque. No ano seguinte, seguiu para a Confederação Nacional da Indústria, nos cargos de assessor de imprensa, até meados de 1977; e depois, como Gerente de Relações com a Mídia. Permaneceu na entidade até abril de 2000. No mesmo ano foi para o Jornal de Brasília, para atuar como editor de Brasil & Exterior, até o final daquele ano. Ainda em 2000, até o ano seguinte, foi secretário de Redação da sucursal do Jornal do Brasil, saindo de lá para ser editor-assistente da Revista CNT, pela empresa Mídia Brasil Consultoria e Comunicação, onde permaneceu até 2002.

Em dois períodos, entre 2001/2002, e 2007/2008, atuou como consultor na empresa Polimídia Consultoria e Comunicação. Foi, também, assessor parlamentar da Câmara dos Deputados, na Assembléia Nacional Constituinte, e assessor especial da Secretaria de Comunicação e Gestão Estratégica da Presidência da República (Secom), de 2003 a 2006. Depois disso, seguiu como editor-chefe e titular da coluna Tribuna Livre, do jornal brasiliense A Tribuna do Brasil, permanecendo por lá até 2007.

Em 2008, foi assessor de Comunicação da Federação das Indústrias do Distrito Federal. Saiu de lá para assumir, até fevereiro de 2011, o cargo de consultor e editor da WHD Comunicação, comandada por Hélio Hoyle.

Desde o início de 2011, trabalha como assessor de Comunicação da Liderança do PSB, no Senado. É, ainda, colaborador da revista eletrônica meiaum, em Brasília.

Participou da coordenação, em Brasília, das campanhas de Lula à Presidência da República, em 1989, e de Maurício Correa (PDT) e Cristovam Buarque (PT) ao governo do Distrito Federal, em 1990 e 1994. Foi coordenador do programa de televisão da candidata à Prefeitura de Maceió, Kátia Born (PSB), no primeiro turno das eleições municipais de 1996, e editor dos programas de propaganda política de televisão do PFL e do PSDB, em Roraima, em 1996.

Foi tesoureiro (1978/80) e presidente (1980/82) do Clube da Imprensa de Brasília, diretor do Sindicato dos Jornalistas do DF (1983/86), e da Fenaj (1989/91).

Tem três livros publicados: Praxedes – Um Operário no Poder, pela Alfa Ômega/1985; Rio Maria – A Terra da Morte Anunciada,pela Anita Garibaldi/1991; e Pacotão: Exercício Coletivo de Prazer e Resistência in Jornalismo de Brasília: Impressões e Vivências, pelo Sindicato dos Jornalistas Pro

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