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Mylton Severiano da Silva

Mylton Severiano da Silva

Aos 54 anos de carreira Mylton Severiano da Silva, o Myltainho, morreu vítima de infarto na noite de 9 de maio de 2014, em Florianópolis. Atuava ultimamente como editor de textos do Almanaque Brasil de Cultura Popular. Passou pelas principais publicações brasileiras e escreveu livros com temas variados, como a história do Estadão, a vida do Papa João XXIII e as drogas.

(Marília/SP, 10 de setembro de 1940  Florianópolis/SC, 9 de maio de 2014)
 
Mylton Severiano da Silva, também conhecido como Myltainho pelos colegas de profissão, nasceu em Marília, interior de São Paulo, em 10 de setembro de 1940.
 
Aos nove anos de idade publicou no jornal Terra Livre o primeiro texto, sobre as condições em que vivia um casal de camponeses na Fazenda Bonfim. Abandonou o curso de Direito no segundo ano e iniciou a carreira no jornal Folha de S.Paulo (SP), na década de 1960.
 
Trabalhou em publicações como O Estado de S.Paulo (SP), Jornal da Tarde (SP), Quatro Rodas (SP), Realidade (SP), TV Globo (SP), TV Cultura (SP), TV Tupi (SP), TV Abril (SP), A Nação (RJ), O Jornal (SP), Panorama (PR), Brasil Extra (SP), Extra-Realidade Brasileira (SP) e Caros Amigos (SP), onde foi colunista e editor-executivo até 2009.
 
Participou da fundação de publicações como o diário Panorama, de Londrina (PR), o semanário A Nação, fundado por Tarso de Castro no Rio de Janeiro (RJ), e de Brasil-Extra e Extra Realidade Brasileira, dentre outros.
 
Foi editor de texto do Almanaque Brasil de Cultura Popular, revista de bordo da TAM Linhas Aéreas.
 
Recebeu uma indicação para o Prêmio Jabuti de Literatura, na categoria Reportagem, pelo livro Se liga: O livro das drogas (Record, 1997). Também lançou outros livros, como as biografias Jorge Guinle: Um Século de Boa Vida (Globo, 1997), em parceria com Jorginho Guinle (1916–2004), João XXIII (Coleção Os Grandes Líderes, Nova Cultural, 1988) e Paixão de João Antônio (Casa Amarela, 2005), além de Em Se Plantando Tudo Dá (Leitura, 2009), com Katia Reinisch, Nascidos para perder: História do Estadão, jornal da família que tentou tomar o poder pelo poder das palavras – e das armas (Insular, 2012) e Realidade: História da revista que virou lenda (Insular, 2013). Postumamente, saiu Golpe de Estado: O espírito e a herança de 1964 ainda ameaçam o Brasil (Geração, 2015), escrito com Palmério Dória.
 
Fora do jornalismo, formou-se acordeonista no Conservatório Musical Santa Cecília, de Marília.
 
Vítima de infarto, morreu na noite da 9 de maio de 2014, em Florianópolis (SC). Sentiu dores no estômago à tarde, foi ao médico, voltou para casa e morreu do coração. Seu corpo foi transferido para São Paulo, onde foi enterrado no Cemitério Getshêmani.
 
Sobre ele, o amigo Ricardo Kotscho publicou uma homenagem em seu Balaio do Kotscho, que reproduzimos com a devida autorização.
 
 
Atualizado em julho de 2015
 
Fontes:

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