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Paulo Brito

Paulo Brito

Ajudou a modernizar o jornalismo catarinense, não só atuando nos veículos de comunicação locais, mas também formando novos profissionais na UFSC

Paulo Brito nasceu em Florianópolis (SC), em 6 de junho de 1943. É jornalista formado pela Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre (PUC/RS), em 1972. Exerceu a profissão em jornais e emissoras de rádios e televisão em Porto Alegre, São Paulo e Florianópolis, tendo sua carreira marcada pelo pioneirismo e pela atuação na área de ensino e formação de novos jornalistas.

Assim que voltou a Florianópolis, após a formatura, foi trabalhar no Jornal de Santa Catarina (SC). Na época, os veículos de comunicação catarinenses davam mais atenção aos clubes de futebol do Rio de Janeiro do que aos clubes locais. Começou a dar notícias e publicar fotos dos times e jogadores do Estado, descrevendo os jogos e escolhendo personagens que passaram a se tornar ídolos do esporte na região.

Passou a assinar a coluna Nossa Jogada e foi contratado para apresentar o programa Vanguarda – com um minuto de duração –, na rádio Diário da Manhã. Aos poucos, fez a programação esportiva voltar a comandar a emissora. Trabalhou, depois, na rádio Jornal A Verdade (SC) e, brevemente na TV Cultura (SC) e na TV Coligadas (SC). Trocou, também, o Jornal de Santa Catarina pelo jornal O Estado (SC). Passou, ainda, como comentarista esportivo, pelas rádios Cultura (SC) e Guararema (SC). Participou dos programas Agora, Linha Aberta e Plantão Esportivo, que fazem parte da história do rádio esportivo catarinense.

Em 1976, era o chefe de reportagem da sucursal catarinense da Companhia Caldas Júnior, editora na época de três jornais gaúchos – O Correio do Povo, a Folha da Manhã e a Folha da Tarde –, quando ocorreu a prisão dos Doces Bárbaros, conjunto formado por Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Maria Bethânia, então iniciando excursão nacional por Florianópolis. Gil e o baterista Chiquinho Azevedo foram presos por porte de maconha. A cobertura da Caldas Júnior teve repercussão nacional.

Paralelamente à atividade jornalística, desenvolveu a de professor. Trabalhou no Instituto Estadual de Educação (IEE) e no Colégio Catarinense. Integrou o grupo de trabalho que decidiu pela criação do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc), em 1978, onde foi professor e orientador de trabalhos acadêmicos nas áreas de rádio e televisão. Para isso, trocou, em 1979, a máquina de escrever e os microfones pela vida acadêmica.

Trabalhou na Ufsc por 19 anos. Foi coordenador do Curso e Chefe do Departamento eleito por seus pares. Era considerado um professor muito esforçado e sempre inovador. Levou o primeiro computador a ser usado no curso – um XT, “que na verdade mais parecia uma máquina de escrever eletrônica”.

Em 1998, iniciou sua participação no programa Debate Diário, apresentado pela rádio CBN-Diário (SC) e transmitido pela TVCom, ambas do Grupo RBS.

Em 2012, lançou o seu blog Feito!, em que traz análises e os bastidores da dupla Grêmio e Internacional e do futebol do interior do Rio Grande do Sul.

Lançou o livro Dás um banho – Roberto Alves, o rádio, o futebol e a cidade (Insular, 2010), no qual aproveita a oportunidade de falar do amigo de infância e de Debate Diário para descrever a história do futebol de Florianópolis nos últimos 60 anos.

Venceu o Prêmio Dakir Polidoro 2011, na categoria Rádio, promovido pela Câmara Municipal de Florianópolis e a Associação Catarinense de Imprensa. Atua como consultor voluntário do Instituto Caros Ouvintes (ICO).


Fonte:
Entrevista dada a Paula Arend Laeir, em dezembro de 2000

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