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Renata Perobelli

Renata Perobelli

Durante 30 anos foi repórter das editorias de Cidades, Consumo e Educação na Rádio Jovem Pan. Atuou também no ‘Vermelhinho Jovem Pan’, o sistema de informação diretamente do helicóptero que coloca no ar os acontecimentos de trânsito e as melhores rotas da cidade, a cada momento.

Renata Perobelli Borba foi repórter da rádio Jovem Pan desde agosto de 1986. Nestes 30 anos, completados em 2016, mostrou a cidade de São Paulo como ninguém, não só no ar, à bordo do Vermelhinho Jovem Pan, como em terra, acompanhando tudo que acontece na capital paulista.

Os ouvintes da Jovem Pan conheceram de longa data o trabalho da repórter Renata Perobelli, repórter aérea, profissional que esteve na cobertura do trânsito de São Paulo, há dez anos de dentro do “Vermelhinho”.

O dia de Renata começava às 4h50 e às 6h já estava narrando ao vivo a situação das ruas da capital.  “O trânsito começa nesse horário. E de uns tempos para cá tem começado até mais cedo, porque colocaram equipamentos na marginal e quem antes driblava o rodízio agora está saindo mais cedo de casa”, contou ela, em entrevista à Ana Maria Penteado, em 2010.

Na entrevista, Renata explicou um pouco mais do seu trabalho. Todos os dias, a jornalista percorreu cerca de 300 km no ar e 200 km no chão para inspecionar as vias da cidade que ela conhece como poucos. “Nesses anos a cidade mudou bastante. Existem menos áreas verdes, os bairros se verticalizaram, as encostas foram ocupadas. Depois da construção do Rodoanel, a área do entorno foi rapidamente ocupada por empresas de logística. Dá para ver tudo isso”, afirma.

Além dos carros, os olhos treinados também detectam a chegada da primavera e os ipês roxos, onde está chovendo e como estão agasalhados os paulistanos no inverno.

Renata é capaz de dizer quando um problema na zona norte, por exemplo, poderá provocar um mega congestionamento na cidade inteira. Assim ela dá a dica de rotas e caminhos alternativos para o ouvinte da Jovem Pan se livrar dos congestionamentos.

A repórter domina o mapa de São Paulo, mas lembra que no começou da carreira sofreu para dar conta dos nomes das ruas. “No começo a gente só sabe o lugar onde mora. Mas, hoje em dia, tem GPS até no celular. Antigamente, a gente usava sistema de rádio. Eu já cheguei a cobrir enchente usando orelhão”, ri.

Do alto Renata acompanhou alguns sérios acidentes. Ela lembra quando precisou acompanhar o acidente aéreo com os integrantes dos Mamonas Assassinas, em 1996; a queda do helicóptero Águia Dourada, da TV Record, em fevereiro deste ano, e o acidente com o avião da TAM em Congonhas, em 2007.

Nesses momentos ela precisava controlar a emoção pela voz. "A situação poderia ter desdobramentos, então era importante policiar como falar, “não posso gerar pânico”, diz.

Renata deixou a Jovem Pan em junho de 2016.

 

 

Atualizado em junho/2016 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

Jornalistas&Cia - Edição 1.054

https://br.linkedin.com/in/renata-perobelli-borba-7150ab34

https://twitter.com/reperobelli

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2010/09/22/no-dia-mundial-sem-carro-sp-tem-transito-dentro-da-media-reporter-aerea-analisa-a-cidade-do-alto.htm

blogs.jovempan.uol.com.br 

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