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Renato Biazzi

Renato Biazzi

É repórter da TV Globo em São Paulo capital desde abril de 2008. Ficou conhecido pela cobertura da queda do avião da Gol em 2011, quando ficou por 18 dias na fazenda Jarinã (Mato Grosso) acompanhando os desdobramentos do trabalho das buscas e investigações. Está em entradas ao vivo nos noticiários da Rede Globo.

Renato Biazzi é bacharel em Jornalismo desde 1995 pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, São Paulo (SP). Concluiu em 2014 MBA em Relações Internacionais pela Fundação Getúlio Vargas, FGV/SP.
 
Desde abril de 2008 é repórter da TV Globo, em São Paulo capital. E mesmo antes já havia produzido uma reportagem para o Globo Repórter. A matéria foi ao ar em 3/8/2007 e apresentou paisagens capturadas pelas câmeras da TV Centro América, afiliada da Rede Globo. Com o título Da transpantaneira, em Poconé (a 110 km de Cuiabá), o repórter Renato Biazzi mostrou a harmonia das várias espécies de aves que vivem nos alagados, entre elas o Tuiuiú, símbolo do Pantanal. O som ambiente local formou uma sinfonia natural para a reportagem. Biazzi também conferiu o trabalho do ornitólogo Dalci de Oliveira, da Universidade Federal de Mato Grosso.
 
Por ocasião do acidente com o avião da Gol em 2011 para acompanhar os trabalhos de resgate e das causas da tragédia Renato viveu durante 18 dias no quartel-general das buscas e investigações. Trabalhou na fazenda Jarinã, Mato Grosso, enviando as matérias para os telejornais da Globo. No retorno participando ao vivo do Mais Você, ele conversou com Ana Maria Braga sobre esses dias à espera de novidades nas buscas. "O maior ensinamento que tirei deste período é que fatalidades interrompem a vida de uma pessoa, poderia ter acontecido com qualquer um de nós. Nos faz repensar a vida", disse. De acordo com o relato dele o maior problema encontrado no local foi a falta de conforto. “A fazenda Jarinã não tinha estrutura para receber tanta gente. Foram cerca de 30 profissionais da imprensa, além de dezenas de militares. Nos primeiros dias foi tudo na base do improviso, eles se revezavam para dormir dentro do carro. Só depois chegaram as barracas.
 
Mais recentemente em março de 2016 quando equipes de jornalistas foram hostilizadas na cobertura do depoimento do ex-presidente Lula em frente ao aeroporto de Congonhas, Renato estava lá e ao lado do cinegrafista Davi Irikura foi cercado por um grupo de manifestante.  O momento em que Biazzi leva um empurrão foi registrado em imagens de celular, divulgadas pelo Jornal Nacional. Ele e o cinegrafista se afastaram por alguns metros e quando tentaram voltar ao trabalho foram xingados.  Na mesma cobertura repórteres de outros canais também sofreram intimidação e foram ajudados por outros militantes e foi necessária a interversão da polícia para afastar os dois manifestantes. No mesmo dia a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) repudiaram a violência e pediram apuração rigorosa e punição dos responsáveis.
 
Um mês depois Renato já estava na cobertura nacional das manifestações de rua, pró e contra o impeachment da presidente, entrando ao vivo na Globo diretamente Praça da Estação próximo ao Viaduto do Chá, em São Paulo, capital.
 
 
Atualizado em maio de 2016 – Portal dos Jornalistas
 
Fontes:
 
Edição do dia 4/3/2016

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