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Ricardo Setti

Ricardo Setti

Com 50 anos de carreira, escreveu artigos para os principais jornais brasileiros, ocupou cargos de chefia em grandes revistas do País e escreveu em mídias digitais. É escritor e vencedor do Prêmio Esso de Jornalismo de 1986. Também editou e fez leituras críticas de obras literárias.

Ricardo A. Setti nasceu em São Paulo/ SP, em 1946. Além de jornalista, formou-se em direito.

Iniciou a carreira como estagiário não remunerado da extinta agência de notícias Interpress. Ficou lá de janeiro a abril de 1965.

De 1965 a 66 foi noticiarista [redator de notícias] da Rádio Planalto de Brasília (DF).

Ainda em 66 passou a repórter setorista da sucursal de Brasília de O Estado de S.Paulo, encarregado da cobertura de Ministérios. Ainda no Estadão passou, em 1967, a repórter político da sucursal.

No mesmo grupo e atividade migrou para o Jornal da Tarde, em Brasília, em 1968 e, um ano depois, para São Paulo. No JT paulista assumiu inicialmente como subeditor da editoria de Política. Em 1971 passou para a editoria Internacional do jornal como redator e depois subeditor.

Em 1974 deixou o JT e foi para a extinta revista quinzenal Visão, onde ficou por um ano, como redator e repórter.

A primeira passagem por Veja foi entre 1975 e 76, como editor-assistente da editoria Brasil. Entre 1976/83, ainda na Veja, foi editor-assistente, subeditor e editor da editoria Internacional.

Na IstoÉ Ricardo Setti foi em 1983, coeditor de Economia e em seguida passou a redator-chefe da revista, cargo que ocupou até 1985.

Nesse período foi designado um dos Editores do Ano de 1984 pela revista World Press Review, de Nova York, por ter demonstrado "talento, iniciativa e liderança, em nível internacional, na promoção da liberdade e da responsabilidade da imprensa", ajudando a promover "a compreensão mundial, os direitos humanos e a qualidade jornalística" conforme destaque da premiação ao redator-chefe de IstoÉ.

Entre 1985 e1986 foi redator-chefe e editor especial da revista Playboy, de onde passou a editor regional do Jornal do Brasil em São Paulo até 1987.

Em 1986 lançou o livro Conversas com Vargas Llosa, pela editora Brasiliense. O livro foi publicado também em Portugal, em língua espanhola (Espanha e América Latina), na França, e posteriormente, na revista Paris Review (sede em Nova York).

Ainda em 1986, recebe o Prêmio Esso de Reportagem por reportagem sobre os bastidores do Plano Cruzado publicada na edição de maio de 1986 na revista Playboy!

No mesmo ano e pela mesma reportagem, ganha o Prêmio White Martins de Jornalismo.

Dirigiu a sucursal paulistana do Jornal do Brasil (1988-90). De lá, retornou ao O Estado de S.Paulo, como editor-chefe, desta vez em São Paulo, para uma temporada que se estendeu até 1992, quando retornou a Editora Abril trabalhando com o diretor editorial e vice-presidente executivo Thomaz Souto Corrêa.

Depois de cinco anos como diretor de redação de Playboy (1994-99), da revista masculina passou a diretor editorial das revistas femininas da Editora Abril (1999-2001).

Em 2000 foi um dos autores do texto do livro A Revista no Brasil (Editora Abril, São Paulo, 2000, 380 páginas), que conta a história de 200 anos do veículo revista no país.

Estreou na internet em 2001 como colunista do site Notícia e Opinião (no.com.br) e consultor editorial.

Neste mesmo ano, publicou o livro A História Secreta do Plano Cruzado (Editora Canarinho, São Paulo, 102 páginas, 2001), contendo a reportagem premiada com o Esso em 1986.

No portal Terra, em 2002, foi comentarista político da TV Terra e consultor editorial.

De 2002 a 2007 foi colunista do site NoMínimo . Acumulou por um ano, como colunista da revista Exame, da Editora Abril, até 2004. Nesse período também foi articulista, sem periodicidade fixa, dos jornais Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo e O Globo.

Entre 2006 e 2010 edita livros -- o principal dele as memórias políticas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, A Arte da Política -- A História que Vivi (Civilização Brasileira).

Após completar 50 anos de jornalismo, Ricardo Setti anunciou em 17 de março de 2015 que vai encerrar no final de abril o blog que desde 2010 edita na Veja.com e dar uma pausa na carreira em redações. Segundo publicou no próprio blog, foi uma decisão pessoal, negociada desde setembro com a direção da revista: “Comecei cedo, antes de chegar aos 19 anos, e daí para frente nunca mais desliguei as antenas do que estava acontecendo. É um tique que qualquer jornalista conhece, que nos fornece muita adrenalina mas também requer muito – as antenas não são recolhidas nunca, seja em fins de semana, feriadões, férias”.

Sobre seus planos, deve lançar em breve um site com sua produção pessoal de entrevistas, artigos, fotos e vídeos, e afirma estar sendo instado por amigos a escrever um livro sobre o que viveu e testemunhou ao longo da carreira: “Há três editoras interessadas, mas ainda estou pensando no assunto”.

De concreto, está de mudança para Barcelona para viver com a mulher e os filhos, que lá residem há anos. “Quero ter com eles a convivência que, mesmo com visitas frequentes, a distância não permite. Minha mulher e eu alugamos um apartamento por prazo mínimo de três anos, com prorrogação obrigatória pela lei espanhola, se a gente quiser”. 

 

Atualizado em março/2015 - Portal dos Jornalistas

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