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Roberto Cabrini

Roberto Cabrini

É especialista em Jornalismo Investigativo é editor-chefe do 'Conexão Repórter', da SBT. Com vasta experiência internacional foi correspondente em seis guerras (Afeganistão, Iraque, Palestina, Camboja, Caxemira e Haiti) - cobriu cinco Olimpíadas e cinco Copas do Mundo. Traz na bagagem cerca de 20 prêmios em jornalismo. Foi eleito em 2014 entre os ‘TOP 50” dos '+Admirados Jornalistas Brasileiros'. Votação realizada por Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress. Reeleito em 2015 entre os 'TOP 100', ou seja, entre os jornalistas mais admirados do Brasil.

Francisco Roberto Cabrini nasceu em Piracicaba (SP), no dia 3 de outubro de 1960. Formou-se em Jornalismo nos Estados Unidos, em 1983.
 
Precoce, iniciou a carreira ainda adolescente na editoria de Esportes da rádio A Voz Agrícola e na equipe de reportagem do Jornal do Povo, na cidade natal. Tornou-se, talvez, o mais jovem repórter do Telejornalismo de rede brasileiro quando ingressou na TV Globo (SP) para trabalhar como repórter esportivo, em 1977. Tinha 17 anos de idade e cursava o terceiro ano colegial, atual ensino médio. A primeira matéria, para o telejornal Bom Dia São Paulo, foi sobre esgrima e acabou sendo aproveitada também no Globo Esporte. Em três meses, já era repórter do Jornal Nacional.
 
Fez a primeira cobertura internacional na Argentina, em partida entre a seleção brasileira de futebol e os donos da casa. Ela serviu para carimbar o passaporte e cobrir os jogos eliminatórios da Copa do Mundo da Espanha 1982 e, depois, o próprio certame. Em 1983, deixou a emissora e foi para os Estados Unidos completar a formação jornalística. Seis meses depois, foi recontratado como correspondente, baseado em Nova York, trabalhando como freelancer.
 
No ano seguinte, passou a fazer parte da equipe do Show do Esporte, montada por Luciano do Valle na Rede Bandeirantes. Participou das coberturas das Olimpíadas de Los Angeles 1984 e de Seul 1988 na emissora. Assumiu, depois, a direção de Esportes do SBT, onde ficou entre 1989 e 1992.
 
Voltou para a Globo em 1992, como correspondente do escritório de Londres (Inglaterra), chefiado por Silio Boccanera. A partir de então, passou a ser reconhecido como grande repórter investigativo, por conta de suas reportagens sobre o paradeiro de Paulo César Farias (1945-1996) – o PC, tesoureiro da campanha do ex-presidente Fernando Collor de Melo. Conseguiu entrevistá-lo em duas ocasiões: a primeira em Madri (Espanha), mas por conta de um congestionamento, não conseguiu gerar a matéria a tempo de ser exibida no Jornal Nacional. Por algum motivo, o furo também não foi aproveitado no telejornal noturno e deixou de ser furo no dia seguinte, quando virou manchete do jornal Folha de S.Paulo.
 
Seis meses depois, quando PC já era considerado foragido da Justiça brasileira há 130 dias, Cabrini o localizou em Londres. A notícia foi divulgada, com exclusividade, por Lillian Witte Fibe no Jornal da Globo, em 20 de outubro de 1993. A repercussão pelo trabalho rendeu a Cabrini o Prêmio Troféu Imprensa do mesmo ano, na categoria Melhor Repórter da TV Brasileira.
 
Ainda pela Globo, cobriu a Copa do Mundo de Futebol dos Estados Unidos 1994 e fez, ao vivo, o anúncio do óbito do piloto Ayrton Senna (1960-1994), em Bologna (Itália).
 
Novamente no SBT, foi agraciado, em 1995, com o Prêmio APCA de Melhor Programa Jornalístico, por sua entrevista com Fernando Collor de Mello, depois do impeachment do ex-presidente. A mesma reportagem foi apontada pela revista Veja como a Melhor Matéria do Ano. Também em 1995, Cabrini foi considerado pelo Jornal do Brasil o Melhor Repórter em Atividade da Televisão Brasileira, após brilhante passagem pelo Oriente Médio, onde conseguiu provar a existência de iraquianos mutilados por se recusarem a servir o exército de Saddan Hussein (1937-2006) e o uso de armas químicas na cidade curda de Halabja pelas forças do ditador – denúncias que fizeram parte do documentário Enigma das Mil e Uma Noites. Entrevistou, no mesmo ano, o líder palestino Yasser Arafat (1929-2004) e alguns de seus guerrilheiros preparados para se explodirem contra alvos israelenses como homens-bomba.
 
Realizou, em 1996 o documentário Em nome de Alá, sobre a ascensão do grupo radical Taliban no Afeganistão. Com ele, ganhou Menção Honrosa no Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos e saiu-se vencedor do 14º Prêmio de Direitos Humanos 1997, promovido pela Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos (Arfoc).
 
Continuou colecionando prêmios com o seu trabalho. A localização da fraudadora do INSS Jorgina Maria de Freitas Fernandes, que estava escondida na Costa Rica, lhe rendeu o Prêmio Previdência Social de Jornalismo 1997. A reportagem A verdadeira história do voo 254, sobre um dos piores desastres da aviação brasileira, lhe garantiu o Prêmio Líbero Badaró de Jornalismo 1998.
 
De volta à Globo, em 1998, mudou-se para Nova York, onde permaneceu até o ano 2000, na função de repórter especial do Jornal Nacional e do Fantástico. A Anistia Internacional apontou sua reportagem sobre um grande esquema de venda de crianças no Sri Lanka para países europeus como uma das melhores denúncias já realizadas sobre o assunto e exigiu providências junto à Organização das Nações Unidas (ONU).
 
A partir de 2001, passou a atuar também como âncora e editor-chefe de programas jornalísticos. Foi assim que voltou à Rede Bandeirantes, nos programas Jornal da Noite e Brasil Urgente, e passou pela Rede Record, no Repórter Record Especial e Domingo Espetacular. Apesar da curta passagem, apresentou na Record uma matéria sobre Pezão, então chefe do tráfico no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, que venceu o Prêmio Tim Lopes de Jornalismo Investigativo 2009, na categoria Reportagem Especial.
 
Retornou ao SBT em 2009, onde é editor-chefe e apresentador do Conexão Repórter. Desde então, além de ter provocado três CPIs com suas reportagens, colocou na estante o Prêmio Esso Especial de Telejornalismo 2010, com a matéria Sexo, Intrigas e Poder, sobre casos de pedofilia envolvendo representantes da Igreja Católica em Arapiraca (AL), que repercutiu até no Vaticano. A reportagem contou com a participação de Luciana Del Claro, José Dacauaziliquá, Bruna Estivalet, Márcio Ronald e Lula Andrade.
 

Em 2012, denunciou os abusos em um hospital psiquiátrico de Sorocaba/SP, revelando imagens que lembraram as dos campos de concentração nazistas, na Segunda Guerra Mundial. A reportagem foi elogiada internacionalmente. Ainda em 2012, o Conexão Repórter, comandado por Roberto Cabrini, ganhou o Troféu Imprensa de melhor programa de jornalismo da TV Brasileira do ano anterior, 2011.

Em votação realizada em 2013, voltou a ter o Conexão Repórter escolhido como o melhor programa jornalístico da TV Brasileira de 2012, ganhando, também, o Troféu Internet de melhor jornalístico na votação popular. Ao explicar seu voto para o Conexão Repórter, Keila Jimenez, jornalista da Folha de S.Paulo, disse: "Cabrini respira jornalismo."

 O destaque de 2014 e 2015 ficou por conta da reportagem O doce veneno dos campos do senhor onde Cabrini e equipe investigaram e denunciaram o uso indiscriminado de agrotóxicos no Nordeste que produz silenciosamente milhares de vítimas. A reportagem venceu dois prêmios: O Troféu MPT do Ministério Público do Trabalho em 2014 e o Prêmio República da Associação Nacional dos Procuradores da República de 2015.

Também em 2014 foi eleito entre os ‘TOP 50” dos '+Admirados Jornalistas Brasileiros'. Votação realizada por Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress. Reeleito em 2015 entre os 'TOP 100', ou seja, entre os jornalistas mais admirados do Brasil. 

Ainda em 2015 conquistou o Prêmio Comunique-se na categoria de Melhor Repórter em votação realizada por jornalistas de todo Brasil (num total de participação de 350 mil votantes).

 

 

Atualizado em dezembro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

Jornalistas&Cia – Edição 1028

http://www.sbt.com.br/jornalismo/conexaoreporter/

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