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Roberto Damatta

Roberto Damatta

Antropólogo e escritor, é colunista do jornal O Estado de S.Paulo, jornal O Globo e da revista Época. Conferencista, professor universitário, consultor e produtor de TV, tem mais dez livros publicados como "Índios e Castanheiros" (Difusão Européia, 1967), "O que é o Brasil?" (Rocco, 2005) e "Crônicas da vida e da morte" (Rocco, 2009).

Roberto DaMatta nasceu em Niterói, Rio de Janeiro, no dia 29 de julho de 1936. Graduadado e licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense (1959 e 1962). Fez especialização em Antropologia Social do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1960).

Em 1963 rumou aos Estados Unidos para fazer mestrado que concluiu em 1969 e doutorado, finalizado em 1971. Ambos em Harvard University. Marcou a análise da antropologia à brasileira, com base na observação e compreensão de fenômenos locais como o carnaval, o futebol, o jogo do bicho.

Foi Chefe do Departamento de Antropologia do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e coordenador do programa de pós-Graduação em Antropologia Social (de 1972 a 1976).

É Professor Emérito da Universidade de Notre Dame, USA, onde ocupou a Cátedra Rev. Edmund Joyce, de Antropologia de 1987 a 2004. É professor associado da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e da Universidade Federal Fluminense.

Em 1985, escreveu uma série de artigos para a página 2 da Folha de S.Paulo sobre trânsito. Os textos acabaram por registrar um episódio curioso. Para falar sobre o assunto ele criou um personagem: o brasilianista americano Richard Moneygrand.  Algum tempo depois recebeu um convite para o personagem fazer uma consultoria sobre o trânsito da cidade. Como o brasilianista não existia, depois de esclarecido o fato, o convite foi transferido a ele.

De 1987 a 2004, o antropólogo foi professor da Universidade de Notre Dame, em Indiana – e se tornou a voz mais ouvida pelos americanos para tentar entender o Brasil.

Em 1995, começou a escrever crônicas para o Jornal da Tarde, de São Paulo, e a partir de 2001 passou a colaborar com o jornal O Estado de S.Paulo.

DaMatta voltou para Brasil, especificamente para Niterói/RJ, em 2004. Continuou com o Estadão e depois passou a colunista do O Globo.

Retornou ao tema trânsito nas colunas no Estadão e O Globo, e o governo do Espírito Santo o chamou para coordenar uma pesquisa sobre educação no trânsito. Esse convite deu origem ao livro Fé em Deus e pé na tábua.

O ensaio Mito e anti-mito entre os Timbiras, 1970, foi transformado em documentário por Oswaldo Caldeira. No filme, chamado AuKê, o próprio Damatta  explica suas ideias e dá uma aula de antropologia. O documentário foi realizado para o MEC – Ministério da Educação e Cultura e selecionado e exibido no Festival de Brasília em 1975.

Reúne uma considerável bibliografia é autor de Carnavais, malandros e heróis, A casa & a rua: Espaço, cidadania, mulher e morte no Brasil, Universo do Carnaval: Imagens e reflexões, O que faz o brasil, Brasil?, Relativizando: Uma introdução à antropologia social, Torre de Babel: Ensaios, crônicas, críticas, interpretações e fantasias, Explorações: Ensaios de sociologia.

Em 2001 recebeu a medalha Ordem do Mérito do Rio Branco, no grau de Comendador. Lançou em 2009 Crônicas da vida e da morte pela editora Rocco. 

 

 

Atualizado em Janeiro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://www.travessa.com.br/Roberto_Damatta/autor/AAD5A50A-3521-426D-947E-643BD42ED208

http://revistaepoca.globo.com/palavrachave/roberto-damatta/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_DaMatta

http://topicos.estadao.com.br/roberto-damatta

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