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Ronaldo Brasiliense

Ronaldo Brasiliense

Diretor-geral do jornal O Paraense e diretor-presidente da Agência Amazônia de Notícias. Traz na bagagem passagens pelo principais veículos do país, entre eles os jornais Estado de S.Paulo e O Liberal, além das revistas Veja e IstoÉ.

Ronaldo Brasiliense nasceu em Belém do Pará em 13 de dezembro de 1958. Se formou jornalista pela Universidade Federal do Pará, em sua cidade natal.

Começou no jornalismo aos 17 anos como repórter esportivo no jornal O Liberal, em agosto de 1976 em Belém do Pará. Em seguida entrou como repórter de esportes do jornal O Estado do Pará, do qual também foi editor, de 1978 a 1979.

Atuou como repórter, chefe de reportagem e editor no jornal A Província do Pará a partir de 1980 e até 1984, quando assumiu o cargo de colunista político no Jornal O Liberal.

Ainda em Belém, foi repórter e chefe da sucursal da revista Veja, na Amazônia de 1985 a 1989. De lá foi para o Distrito Federal, onde foi editor assistente da revista na sucursal de Brasília até agosto de 1990.
Contratado pelo Jornal do Brasil, exerceu as funções de repórter especial em Brasília e colunista do Informe JB, no Rio de Janeiro, de 1991 a 1995.

Ronaldo também foi repórter especial da Revista ISTOÉ; editor-especial do jornal O Estado de S.Paulo; repórter especial e colunista político do Correio Braziliense, onde foi o titular da coluna Brasilia-DF entre 1997 e 1998 e correspondente do jornal O Globo na Amazônia.

De volta a Belém, foi contratado como colunista político do jornal O Liberal, onde editor a coluna Por Dentro de 2005 a 2011.

É diretor-geral do jornal O Paraense e diretor-presidente da Agência Amazônia de Notícias.

Ganhou dois prêmios Esso. O primeiro em 1998, pela revista IstoÉ, na categoria Informação Econômica com a matéria A conta do Proer – Bancos dão calote de R$ 10 bilhões. O segundo, na categoria Regional Norte, recebeu em 2003, com a matéria A impunidade dos senhores de escravos, publicada pelo jornal O Paraense.
Em 2005 recebeu dois prêmios pela matéria “Sudam: todos ricos, todos soltos!”. O Prêmio Embratel e o AMB de Jornalismo, ambos na categoria Regional Norte.

Ganhou mais um AMB de Jornalismo, Regional Norte, em 2008, com a matéria "Impunidade nos assassinatos no Campo", além do Prêmio OK de Jornalismo, em 1991, em Brasília, com o conjunto de matérias “Projetos minerais na Amazônia”.

Em 1992 ganhou outro Prêmio OK de Jornalismo com a série de matérias Desastres ambientais na Amazônia.

Ganhou ainda O Prêmio Aimex de Jornalismo com a matéria O ouro verde de okajima – Japonês faz estoque de mogno, e o Prêmio Abril em 1989 com a matéria Especial Amazônia, publicado na Revista Veja.

Foi seis vezes finalista do Prêmio Esso e quatro vezes finalista do Prêmio Embratel.


Atualizado em janeiro/2013 - Portal dos Jornalistas

Fonte: Informações fornecidas pelo jornalista.

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