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Samira de Castro

Samira de Castro

Presidente do Sindjorce, especializou-se em Gestão da Comunicação nas Organizações pelo Cetrede/UFC. Está afastada da redação do Diário do Nordeste por decisão da Diretoria de Redação.

Samira de Castro Cunha graduou-se em Jornalismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC/CE), com especialização em Gestão da Comunicação nas Organizações pelo Centro de Treinamento e Desenvolvimento da mesma universidade (Cetrede-UFC/CE).
 
Desde 1997, trabalha para o jornal Diário do Nordeste, do Sistema Verdes Mares de Comunicação, onde entrou como repórter de Economia. Ocupou, depois, o cargo de subeditora do caderno Negócios, na editoria de Economia.
 
Após eleger-se para o cargo de secretária-geral do Sindicato dos Jornalistas do Estado do Ceará (Sindjorce), em agosto de 2010, foi colocada pela direção do jornal como repórter da editoria de Reportagem. Substituiu, em seguida, a Claylson Martins na Presidência do sindicato. Em março de 2011 foi retirada do projeto Tim Lopes de Investigação Jornalística do DN. Teve cortada a gratificação que recebia para auxiliar na edição de matérias, só voltando a recebê-la novamente após intervenção do Sindjorce. Em 2012, foi dispensada de atuar no jornal, sob a alegação de que sua presença na redação não era "interessante" para a Diretoria de Redação.
 
Escreveu, também, para as revistas Gente e Nordeste VinteUm.
 
Venceu os prêmios: o Massey Ferguson de Jornalismo 2010, na categoria Jornal, com a reportagem Ceará: Terra das Flores; o BNB de Jornalismo 2003, na categoria Mídia Impressa/Nacional, com Iracema Sales; o BNB de Jornalismo 2005, na categoria Mídia Impressa/Ceará, com Leônidas Albuquerque, pela série de reportagens Crédito e Desenvolvimento; o BSN de Jornalismo 2006, na categoria Mídia Impressa/Nacional, com Anchieta Júnior, pela série Oferta de Crédito; o ACI de Jornalismo 2008, na categoria Américo Barreira, feito que repetiu em 2009; o Jornalistas&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade 2011, nas categorias Mídia Nacional/Jornal e Grande Prêmio, como Maristela Crispim, Maria Iracema Moreira Sales e Fernando Furtado Maia, com a reportagem Retrato Sertanejo: Esperança e Convivência. A mesma matéria recebeu o Prêmio BNB de Jornalismo 2012, na categoria Regional I/Mídia Impressa. Todas as reportagens citadas foram publicadas no Diário do Nordeste.
 
Como dirigente sindical, foi a delegada eleita do Estado para o 34º Congresso Nacional dos Jornalistas, realizado em 2010, no Rio Grande do Sul. Foi presidente em exercício do Sindjorce de 2011 a 2013. Dentro das comemorações dos 60 anos do sindicato, instalou, em março de 2013 a Comissão da Verdade dos Jornalistas do Ceará. Foi eleita novamente para comandar a instituição nos triênios 2013/2016 e 2016/2019. Publicou, no final de 2014, o relatório A Imprensa Cearense e os Jornalistas na Ditadura Militar, elaborado junto com Eliézer Rodrigues, Mirton Peixoto, Evilázio Bezerra, Déborah Lima e Aírton de Farias. Venceu o Prêmio Luiz Gushiken de Jornalismo Sindical e Popular 2014, na categoria Especial, pela Campanha de Segurança dos Jornalistas realizada pelo Sindjorce. Anunciou, em setembro de 2016, a abertura do projeto Café com Memória do Jornalismo Cearense.
 
É segunda tesoureira da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), reeleita em julho de 2016.
 
É membro titular do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos do Estado de Ceará, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado, desde junho de 2014.
 
Em 2009, foi a primeira mulher a ser aclamada “editora” do bloco pré-carnavalesco dos jornalistas Matou a pau... ta.
 
 
Atualizado em setembro de 2016
 

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