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Sandra Passarinho

Sandra Passarinho

Primeira correspondente da TV Globo na Europa, correu o mundo. Fez inúmeras reportagens para a emissora no Brasil. Recebeu vários prêmios e homenagens em jornalismo, foi eleita em 2015 entre os 'TOP 100' dos '+Admirados Jornalistas Brasileiros'. Votação realizada por Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress.

Sandra Almada Laukenickas, conhecida como Sandra Passarinho, nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 14 de abril de 1950. Desiludida com o fechamento do curso de Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ufrj) pelo regime militar, decidiu aceitar o convite de um amigo para fazer um estágio na TV Globo, em 1970. Começou a estudar Jornalismo, mas desistiu do curso por considerá-lo distante da realidade que via na TV. Logo, fez as primeiras reportagens para os telejornais locais e para o Jornal Nacional. Adotou o sobrenome Passarinho porque o seu é "impronunciável".
 
Em 1972, foi convidada para ser editora do recém-criado Jornal Internacional, telejornal com ênfase em notícias do exterior e imagens de agências, que era veiculado à noite. Durante o período, destacou-se na cobertura do golpe de estado chileno que depôs o então presidente Salvador Allende (1908-1973), em 1973. Nos dois anos em que ficou no telejornal, fez as suas primeiras matérias no exterior, como sobre o retorno de Juan Domingo Perón (1895-1974) à Presidência da Argentina, e um estágio de dois meses na sede da CBS, nos Estados Unidos. Em 1974, recebeu o convite para abrir o escritório da TV Globo, em Londres – até então, o único escritório internacional da emissora era em Nova York.
 
Foi, portanto, a primeira correspondente da TV Globo na Europa. Correu o mundo para cobrir alguns dos episódios mais marcantes dos anos 1970 e 1980. Esteve na Revolução dos Cravos (1974), em Portugal, noticiou a morte do general Francisco Franco (1892-1975), na Espanha, visitou campos de refugiados cambojanos, em fuga dos vietnamitas, na Tailândia, e entrevistou líderes como a primeira-ministra britânica Margareth Thatcher e o presidente espanhol Felipe González. 
 
Depois de oito anos no escritório da Globo em Londres, decidiu sair da emissora para cursar a faculdade de Ciências Sociais, na Polytechnic of Central London. Simultaneamente, trabalhou como freelancer para o serviço brasileiro de notícias da BBC e colaborou com tevês da Alemanha e da Finlândia. Em 1983, foi contratada pela TV Manchete para ser correspondente internacional, mas ficou apenas um ano na emissora. No início de 1985, já formada, decidiu voltar para o Brasil e para a TV Globo.
 
Fez diversas reportagens para o Globo Repórter e, depois, no Bom Dia Brasil, apresentou o quadro Abra o olho, dedicado a defender os direitos dos cidadãos e consumidores. Em 2001, tornou-se editora-chefe do programa Espaço Aberto, da Globo News, sua primeira experiência na TV fechada.
 
Desde 2005, voltou a fazer reportagens para a TV Globo. Em 2008, foi indicada ao Prêmio Imprensa Embratel com a série de reportagens sobre os cem anos do arquiteto Oscar Niemeyer.
 

Em 2013, Sandra Passarinho fez uma série especial com quatro reportagens sobre pesquisas brasileiras com células-tronco para TV Globo. Nesse mesmo ano, a jornalista acompanhou fieis e o Papa Francisco durante a Jornada Mundial da Juventude.

Segue na TV Globo sempre em matérias especiais apresentando o assuntos em nova ótica.

Em 2014, Sandra deu uma entrevista contando um pouco como é a a dela vida atualmente para o site 50emais, que escolhe profissionais que se destacaram em suas carreiras e que já têm mais de 50 anos.

Em fevereiro de 2014 foi uma das vencedoras do Troféu Mulher Imprensa, classificada na categoria Repórter de Telejornal pelo trabalho desenvolvido na TV Globo.

Em 2014, como ocorre desde 2009, a Comissão Organizadora do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos indicou jornalistas para serem agraciados com o Prêmio Especial por relevantes serviços prestados às causas da Democracia, Paz, Justiça e contra a Guerra. Naquele ano, uma das homenageadas foi Sandra Passarinho.

Foi eleita em 2015 entre os 'TOP 100' dos '+Admirados Jornalistas Brasileiros'. Votação realizada por Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress. 

 

Atualizado em dezembro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/em-premio-vladimir-herzog-em-abre-inscricoes

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/sai-lista-vencedoras-em-trofeu-mulher-imprensa-em

http://www.50emais.com.br/videos/um-pouco-da-historia-de-uma-jornalista-pioneira/

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