APOIO

PUBLICIDADE

Odebrecht
$('#fade').cycle();
6160

Home >> Perfil

Sandro Vaia

Sandro Vaia

Morreu no dia dois de abril, em São Paulo, aos 72 anos. Mestre do jornalismo trabalhou por 40 anos no Grupo Estado, onde chegou a diretor de Redação do Estadão.

(Nasceu em Mantova (Itália) – morou em Jundiaí (SP), desde 1954 / Morreu em 05/04/2016, São Paulo (SP)

Sandro Angelo Vaia nasceu Mantova, na Itália, mora em Jundiaí, São Paulo, desde 1954. Começou a trajetória no jornalismo trabalhando no Grupo Estado. Por mais três décadas no grupo foi diretor de redação do jornal O Estado de S.Paulo, entre 2000 e 2006. Atuou como repórter, redator, subeditor e editor do Jornal da Tarde; editor executivo da revista Afinal e diretor de informação da Agência Estado.

Escreveu A Ilha Roubada, lançado pela editora Barcarolla em maio de 2009. No livro, o autor conta a história da filóloga cubana Yoani Sánchez, autora do polêmico blog Generación Y e vencedora do prêmio Ortega y Gasset de jornalismo digital. O blog é um retrato sobre como é viver em Cuba nos dias de hoje. A obra consumiu três anos de pesquisas para ficar pronta.

Sandro lançou em junho de 2013 o livro Armênio Guedes – Sereno guerreiro da liberdade, sobre a vida deste baiano, militante comunista - membro do Partido Comunista por 48 anos - e também jornalista, referência intelectual que brigou contra ortodoxia soviética. Armênio que celebrou 95 anos em maio do ano de lançamento da obra, morreu um ano depois, em 13 de março de 2014.

Sandro contou ao Jornalistas&Cia a sobre o trabalho desenvolvido e falou do perfil do biografado: “Fizemos uma série de entrevistas com o Armênio e colhemos depoimentos de outras importantes personalidades que conviveram e militaram com ele no Partido Comunista, como Ferreira Gullar, José Serra e o senador Aloysio Nunes Ferreira. O que mais me chamou atenção na história de vida de Armênio foi a maneira como ele, dentro de uma agremiação extremamente antidemocrática, desenvolveu uma luta meio na contramão da ortodoxia do partido. Desde o comportamento heterodoxo dele em Moscou [onde foi estudar] até suas adesões à luta democrática contra a ditadura e às teses eurocomunistas”.

As capas dos dois livros estão na ‘Galeria’ deste perfil.

Após 2015, Vaia seguiu como colaborador de várias publicações. Escreveu crônicas para o jornal Jundiaqui onde revelou segredos urbanos da cidade. Em um texto nostálgico de infância, jornalista relembrou o Circo-Teatro Cambuca castigado pela chuva e a graça do andar do palhaço Pé de Anta.

Seus textos foram publicados no Blog do Noblat, veiculado no portal do jornal O Globo, com comentários das cenas políticas e econômicas que dominaram o noticiário. A elas acrescenta seu toque de humor.

Morreu no dia dois de abril, em São Paulo, aos 72 anos. Mestre do jornalismo trabalhou por 40 anos no Grupo Estado, onde chegou a diretor de Redação do Estadão.

Ele estava internado no Hospital 9 de Julho há cerca de três semanas, onde fora submetido a uma cirurgia para desobstrução das vias biliares. Deixa a viúva, Vera, a filha, Giuliana, e a neta, Ana Luisa. O corpo foi enterrado no domingo (3/4), no Cemitério Nossa Senhora do Desterro, em Jundiaí, no interior de São Paulo.

 

Atualizado em Abril/2016 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://www.portaldosjornalistas.com.br/jornalista/sandro-vaia

http://50anosdetextos.com.br/category/sandro-vaia/

https://twitter.com/sandrovaia

https://www.facebook.com/sandro.vaia/about

http://www.jundiaqui.com.br/?author=46

http://www.jundiaqui.com.br/?p=35803

http://noblat.oglobo.globo.com/artigos/noticia/2015/07/um-dia-casa-cai.html

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/sandro-vaia-lanca-livro-sobre-lider-comunista-armenio-guedes-br

Fiat_Institucional
Newswire
OPN Eventos
MT Viagens
Mais Premiados
Comunique-se
Doe Agora (Abrinq)