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Sérgio Cabral

Sérgio Cabral

Jornalista, historiador, escritor, crítico, produtor e compositor musical com passagens por quase todos os jornais e algumas emissoras de televisão da capital fluminense. É autor de vários livros sobre a história e personagens da MPB. Desde 2007 é apresentador na rádio Roquette Pinto. Também é colunista do jornal carioca Lance! e do boletim Whisky News

Sérgio Cabral Santos nasceu em Cascadura, bairro da Zona Norte Rio de Janeiro (RJ), no dia 27 de maio de 1937.
 
Jornalista autodidata, começou a carreira em 1957 como estagiário da editoria Policial do Diário da Noite (RJ), jornal carioca vespertino dos Diários Associados, onde logo passou a ser repórter. Permaneceu por cerca de cinco anos na função. Depois trabalhou como repórter, redator e cronista em quase todos os jornais da capital fluminense e em algumas emissoras de televisão da cidade.
 
Em 1959, sem deixar o Diário da Noite, começou a trabalhar como copidesque no Jornal do Brasil (RJ) onde, em 1961, passou a escrever como jornalista especializado em música popular brasileira (MPB), pioneiro no segmento. No ano seguinte foi demitido do JB por ter participado de uma greve de jornalistas. Porém, nesse mesmo ano, passou a colaborar nas áreas de Cultura, Esporte e Geral no Diário Carioca (RJ). No período também iniciou como colunista de Variedades da sucursal carioca da Folha de S.Paulo (SP), ficando na função até 1969. Mais tarde, passou a assinar uma coluna no Jornal do Sports (RJ).
 
Em 1968, ingressou como editor de Política no jornal Última Hora (RJ). Dois anos depois foi um dos fundadores do Teatro Casa Grande, no Rio, onde atuou como diretor artístico.
 
 
Foi um dos fundadores de O Pasquim (RJ), em 1969. O jornal irreverente e bem-humorado de política e assuntos diversos de Brasil tornou-se rapidamente um fenômeno editorial da imprensa brasileira durante o período da ditadura militar. No ano seguinte foi preso pelos militares juntamente com outros colegas do veículo e ficou detido por dois meses. Continuou a colaborar com o veículo até meados dos anos 1980.
 
Em 1972, ingressou como editor geral da revista Realidade (SP) e chegou a trabalhar por um breve período na capital paulista. Sem conseguir ficar longe do Rio de Janeiro, no mesmo ano foi para o Diário de Notícias (RJ) e assinou por alguns anos a coluna de variedades Esquema Carioca do veículo. Na sequência também passou a editor geral do jornal O Globo (RJ), cargo que acumulou com o trabalho de roteirista na Rede Globo de Televisão. Permaneceu nas funções por cerca de três anos.
 
Como já atuava como compositor, crítico musical e pesquisador na área de MPB, em 1973, iniciou a carreira de produtor de discos, em parceria com outros sambistas, dentre os quais Rildo Hora, com quem fez a música Os Meninos da Mangueira, que se tornou um grande sucesso em 1977. Na época, também começou a escrever livros sobre MPB e passou a atuar como jurado de festivais e comentarista de desfiles, sem nunca deixar as atividades jornalísticas.
 
Como pesquisador da produção musical brasileira e escritor, principalmente de biografias, publicou vários livros. A primeira obra foi As Escolas de Samba - O que, quem, onde, como, quando e porquê (Fontana, 1974). A lista completa dos titulos que assinou estão na evolução da carreira, aqui do Portal. Em 2008, durante as comemorações do cinquentenário da Bossa Nova, movimento que revolucionou a música brasileira na década de 1950, relançou pela Companhia Editora Nacional as obras dedicadas aos astros da MPB Antonio Carlos Jobim (Tom Jobim) e Nara Leão, além de Ataulfo Alves - Vida e Obra e, nos anos seguintes reeditou os livros MPB na Era do Rádio, Escolas de Samba do Rio de Janeiro e a biografia de Elizete Cardoso.
 
Em 1982, após se envolver com o ramo de política, foi eleito vereador do Rio e, depois, reeleito para o mandato de 1988/1992. No cargo público, promoveu a elaboração da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro e do Plano Diretor da Cidade, entre os vários outros projetos de sua autoria que foram transformados em lei. Em seguida, foi indicado para ser conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, cargo que ocupou até 2007, quando resolveu se aposentar.
 
Não largou, porém, o Jornalismo: entre 1986 e 1993 foi colunista esportivo do jornal O Dia (RJ). Também em 1986, retornou ao jornal O Globo como colunista de Esporte e da área musical. Há mais de cinco anos escreve para a coluna Meu uísque Inesquecível, do boletim Whisky News, da Sociedade Brasileira de Whisky do Rio. Desde 2007, apresenta na rádio Roquette Pinto o programa de MPB Eles têm histórias pra contar e, há quatros anos, é colunista do jornal esportivo Lance! (RJ).
 
Um típico boêmio carioca, foi tema, em 2008, aos 71 anos, do documentário Sérgio Cabral – A Cara do Rio, da série Grandes Brasileiros, lançada pela FBL Criação e Produção. A obra conta a vida do jornalista como um homem que representa a síntese do que se conhece como espírito carioca, que se especializou nas três grandes paixões da cidade: o samba, o carnaval e o futebol.
 
Vale destacar que Sérgio Cabral se define parafraseando o personagem Gonzaga de Sá, de Lima Barreto: “Eu vivo no Rio de Janeiro e o Rio de Janeiro vive em mim”. Afirma que deseja “viver um século para continuar escrevendo sobre a paixão maior, que é a música popular”.
 
Em 2013 lançou o livro Quanto mais cinema melhor - uma biografia de Carlos Manga, a primeira biografia que ele escreveu que não é sobre talentos da música. Em agosto de 2013 deu uma entrevista sobre o seu trabalho para o programa do Jô Soares.
 
É pai do ex-governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, e torcedor do Vasco da Gama.
 
 
 
Atualizado em julho/2014 - Portal dos Jornalistas
Fontes:
 

 

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