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Sérgio Leopoldo Rodrigues

Sérgio Leopoldo Rodrigues

Trabalhou nas editorias de Economia e Política no Diário do Comércio, como repórter sênior e especial, Gazeta Mercantil, como colunista e subeditor, Jornal da Tarde. Em rádios passou pela Eldorado e Globo; e em TV, na Manchete. Fez frilas para vários veículos e lançou três livros de poesias.

Sergio Leopoldo Rodrigues nasceu em São Paulo (SP), faz aniversário em 12 de setembro. Serginho, como é carinhosamente chamado pelos colegas de redação, estudou Direito, História e Filosofia na Universidade de São Paulo (USP/SP), fez Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero (SP) e pós-graduação em Política e Sociologia na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), além de um curso de aperfeiçoamento em Jornalismo Econômico em Washington, nos Estados Unidos.
 
O primeiro emprego foi na Odeon Discos onde foi assessor de Imprensa e divulgador dos novos lançamentos, entre 1973 e 1975. Lá recebeu o Prêmio APCA 1974, concedido pela Associação Paulista dos Críticos de Arte, o primeiro e único concedido pela entidade à categoria Melhor Divulgador de São Paulo.
 
Entrou na Gazeta de Pinheiros (SP) e, por seis meses, trabalhou com Fúlvio Abramo (1909-1993) como repórter. Ainda em 1975, foi para o jornal Última Hora (SP), quando teve a oportunidade de trabalhar e aprender com Samuel Weiner (1910-1980), nos últimos meses em que ele ficou no comando do UH. Weiner foi substituído por Giba Um e depois por Osvaldo Mendes, que, ao assumirem, contrataram Sergio.
 
Em 1976, foi levado por Elói Gertel e Fernando Portela, para o Jornal da Tarde, onde ficou por 11 anos. Nos anos 1970 e 1980, foi repórter do Correio Braziliense em São Paulo, com Tão Gomes Pinto e Ruy Veiga. Nesse período também fez frilas para revista Nova, foi editor da revista Capricho, e atuou na Love Story, na Manchete, na editora Bannas e na Auto Data, veículos em que alternou as funções de repórter e editor. Também deu aula no curso de Jornalismo da Universidade de Guarulhos, a convite do jornalista Paulo Vieira. Participou de inúmeros mídia-trainning para líderes empresariais.
 
Do Jornal da Tarde foi para a rádio Estadão (na época, Nova Eldorado AM) pelas mãos de Marco Antônio Gomes e Marino Maradei. Ficou lá até 1992. Da rádio foi para Gazeta Mercantil onde editava a coluna Nomes e Notas e era subeditor de Economia e Política. Foram mais de cinco anos de trabalho.
 
Foi para a Rádio Globo em meados de 1996, para montar o projeto da rádio Globo Rural, criado e dirigido Marco Antônio Gomes. O projeto, que foi concluído em pouco mais de um ano, nunca foi colocado no ar. A equipe contava ainda com Cecília Zione.
 
Em 1997 foi convidado por Florestan Fernandes Júnior a assumir a chefia de Reportagem da TV Manchete. Ficou lá por seis meses e foi para o Parlamento Latino Americano (no Memorial da América Latina) onde Florestan era assessor de Imprensa, para período de um ano. A partir daí, abriu uma nova e longa temporada na sua trajetória no Jornalismo. Foi em abril de 1998 para a Associação Comercial de São Paulo (Acsp), levado pelas mãos do Moura Reis e Marcos Garcia. Inicialmente foi repórter de Economia e Política do Diário do Comercio (DC), da Acsp. Lá foi repórter sênior e especial por quase 10 anos.
 
A partir de 2007 assumiu também (sem nunca deixar de escrever para o DC) a assessoria de Imprensa na entidade, nas duas gestões do então presidente Alencar Burti, cargo no qual permaneceu no inicio da gestão seguinte (gestão 2011/2013), tendo acumulado em 2012 a assessoria de Imprensa da Presidência e a chefia de Gabinete do presidente da Acsp. Despediu-se em final de novembro de 2012 da entidade, onde, entre as diversas funções, ficou por 15 anos.
 
Entre as matérias que cobriu destaca a Invasão da PUC, o pedido de concordata da Cobrasma, pela Gazeta Mercantil e A história dos Mutantes, biografia que escreveu para a Editora Abril, publicada sob forma de fascículos, para a série: A História do Rock.
 
Para o final de 2012 e início de 2013 estão em seus planos um período sabático, em que pretende concluir o quarto livro, o primeiro de contos. Os demais livros lançados são de poesias: Tal Hoje, 1982; A Fresta e o Pó, lançado em 1988; e A Descoberta de L e Outros Contos Poéticos, 1991, todos lançados pela editora T.A. Queiroz.
 
 
Atualizado em dezembro/2012 – Portal dos Jornalistas
Fontes:
Informações conferidas pelo próprio jornalista
Jornalista&Cia – Edição 875, de 5 a 11 de dezembro de 2012
 

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