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Silvia Bessa

Silvia Bessa

Com passagens por rádio e assessoria de imprensa, cravou-se no jornalismo impresso e se identificou com pautas do âmbito social. É repórter especial do Diário de Pernambuco, onde recebeu importantes premiações do Jornalismo, e colunista da revista Imprensa.

Sílvia Regina Bessa Cunha se formou em Comunicação Social/Jornalismo, em 1997, pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), em Recife (PE).
 
Ainda na faculdade, conseguiu fazer quatro estágios: na rádio da Secretaria de Imprensa de Pernambuco; na Fundação de Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarp) – onde foi também assessora de Imprensa, supervisionada pelos escritores e jornalistas Raimundo Carrero e Ariano Suassuna –, na assessoria da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e, em 1996, na editoria de Política do Diário de Pernambuco (PE).
 
Com o diploma na mão, foi contratada pelo jornal, em 1998. Incentivada pela diretora Vera Ogando, destacou-se por não conseguir ficar longe da reportagem e por sua dedicação às pautas difíceis e novas abordagens. Uma delas levou à elaboração de uma série de reportagens - Retratos do Cárcere - e a uma indicação para o Prêmio Esso Regional Nordeste. Não levou a premiação, mas ganhou outra bastante significativa para a carreira: o Troféu Mulher Imprensa 2005, na categoria Repórter de Jornais e Revistas. Passou, então, a cobrir menos a política e partiu para assuntos com viés social.
 
Deu certo. O Esso veio em 2006 para confirmar seu novo status de repórter especial no Diário. Com a série Nordeste Conectado, levou o Prêmio de Informação Científica, Tecnológica e Ecológica. Não só ele: também o Prêmio Embratel de Jornalismo, na categoria Reportagem de Telecomunicações.
 
Bisaria o Esso em 2008, quando, com Marcionila Teixeira, recebeu pela série Hanseníase o Prêmio Regional 1. No mesmo ano, viria outro Embratel, na categoria Nacional/Responsabilidade Socioambiental, pela matéria O Brasil que mais vai sofrer com o aquecimento. E mais um Esso em 2009, ainda na categoria Regional 1, pela série Quilombola: Os direitos negados de um povo. O trabalho também recebeu Menção Honrosa do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos 2009.
 
Recebeu o Prêmio Dom da Paz e Herbert de Souza de Cidadania 2011, na categoria Imprensa, oferecido pela Assembleia Legislativa de Pernambuco.
 
Em janeiro de 2012 passou a assinar coluna mensal na Revista Imprensa (SP).
 
Venceu o Prêmio Embratel 2013, na categoria Tecnologia da Informação, Comunicação e Mídia, pelo caderno especial Nordeste em rede, em parceria com Vandeck Santiago. Com o caderno, ganhou também o Prêmio Porto Digital de Jornalismo 2013. Voltaria a vencer o, agora, Prêmio Imprensa Embratel/Claro 2014, na categoria Reportagem em Internet/Portal de Notícias, pela matéria Filho do golpe, com Juliana Colares e Annaclarice Almeida. Em 2016, ganhou o Prêmio Cristina Tavares de Jornalismo 2016, na categoria Texto/Séries e Cadernos Especiais, organizado pelo Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco (Sinjope) e pela Federação Nacional dos Jornalistas, pelo caderno especial Zika vírus: Uma ameaça mundial, em parceria com Alice de Souza.
 
Frequenta o Top 10 do ranking J&Cia dos +Premiados Jornalistas da História/Região Nordeste.
 
É membro da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).
 
É casada com o jornalista Vandeck Santiago.
 
 
Atualizado em setembro de 2016
 
Fontes:
Informações fornecidas pela própria jornalista

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