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Tão Gomes Pinto

Tão Gomes Pinto

Apontado como dono de um dos melhores textos do Jornalismo Brasileiro, destacou-se por participar do lançamento de diversas publicações, como a dos jornais Notícias Populares e Jornal da Tarde e das revistas Veja e IstoÉ. Autônomo, publica seu blog em site próprio

Sebastião Rubens “Tão” Gomes Pinto nasceu em São Paulo (SP), em 1939. É filho da artista plástica Wega Nery (1912-2007) e pai do jornalista Guilherme Gomes Pinto. Formou-se em Direito pela Universidade de São Paulo (USP/SP).
 
Começou a carreira jornalística em 1963, trabalhando nas páginas esportivas da versão paulista do jornal Última Hora (SP). De lá seguiu para ser repórter do jornal Notícias Populares (SP), prestes a ser lançado para concorrer justamente com o UH, às vésperas do golpe militar de 1964. Seu trabalho chamou a atenção de Mino Carta, que o convidou para participar do lançamento do Jornal da Tarde, em 1966. Foi o primeiro editor de Esportes da extinta publicação.
 
Acompanhando Mino Carta, participou também do lançamento das revistas Veja (SP), em 1968, e IstoÉ (SP), em 1976. Deixou esta última para ser repórter especial e colunista da Folha de S.Paulo (SP), mas retornou em 1993, para ocupar o cargo de diretor de Redação, substituindo justamente a Mino Carta. Em 1996, tornou-se diretor editorial da Editora Três, mas ficou pouco tempo no cargo. Foi para a revista Manchete (RJ), onde, entre 1996 e 1997, foi diretor de Redação.
 
Foi redator-chefe da revista Imprensa, em um dos momentos mais importantes na História do Jornalismo: o atentado às Torres Gêmeas de Nova York, em setembro de 2001. Foi, ainda, redator-chefe do Diário do Comércio de São Paulo e do Correio de Uberlândia (MG), chefe da sucursal paulista do Correio Braziliense (DF), colunista e blogueiro do portal iG, colunista da Agência Amazônia de Notícias e do site ABC Político, comentarista da rádio Metrópole (BA) e editor executivo da revista Executive News.
 
Do outro lado do balcão, foi secretário de Imprensa do Governo do Estado de São Paulo, na gestão de Franco Montoro (1916-1999) – exatamente em 1984, ano crucial da campanha das Diretas-Já e da eleição de Tancredo Neves (1910-1985) no colégio eleitoral –, e chefe de Comunicação Social do ministro da Indústria e Comércio Roberto Gusmão e do prefeito de Campinas (SP) Jacó Bittar. Durante quase dez anos trabalhou como assessor de Imprensa de vários senadores, em Brasília (DF), entre eles Carlos Wilson (1950-2009) e Delcídio Amaral. Participou, ainda, como consultor, de várias campanhas políticas.
 
É blogueiro ativo, mantendo-o em site próprio, no portal Blogger, desde fevereiro de 2012.
 
Venceu, com Hamilton de Almeida Filho (1946-1993), o Prêmio Esso de Jornalismo 1966, na categoria Trabalho Esportivo, pela matéria Interior, futebol por dentro, publicada na Edição de Esportes de O Estado de São Paulo.
 
É autor dos livros O Elefante É um Animal Político (Geração, 2006), Ele, Paulo Maluf, Trajetória da Audácia (Ediouro, 2008) e Itaipu - Integração em Concreto ou Uma Pedra no Caminho (Amarilys, 2009). Segundo o colunista Telmo Martino, sempre teve com as palavras a intimidade de um Balzac. Para Mino Carta, "seus textos devem ser lidos como uma verdadeira aula de como escrever".
 
Fez parte da Comissão de Honra do Centenário da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), presidida por Oscar Niemeyer (1907-2012), em 2008.

Mora em Indaiatuba (SP).

 
Atualizado em fevereiro/2013 - Portal dos Jornalistas
 
Fontes:
Arquivo Jornalistas&Cia

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