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Valmir Salaro

Valmir Salaro

Repórter conceituado na cobertura de polícia. Atua na TV Globo desde 92. Começou na emissora como repórter local em São Paulo. Passou então a repórter nacional e depois a repórter exclusivo do Fantástico. Acompanhou casos de grande repercussão, como o crime da rua Cuba, o assassinato dos pais de Suzane Richthofen, da menina Isabela e da adolescente Eloá, além de grandes sequestros. Trabalhou no Diário do Grande ABC, Folha de S.Paulo e Jornal do Brasil, período em que também cobriu para a rádio Jovem Pan e TV Record, em São Paulo. Conquistou o prêmio Vladimir Herzog de Jornalismo por duas vezes.

Valmir Salaro nasceu na capital paulista em 16 de novembro de 1953. Bacharel em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero de São Paulo.

Começou a trajetória no jornalismo como laboratorista no jornal Shopping News e, em seguida, estagiou na Gazeta Esportiva.

Entrou para a reportagem de polícia, em 1978, no Diário do Grande ABC. Se tornou um dos mais importantes repórteres da área. Na redação, convivia com grandes nomes do jornalismo policial, entre eles o escritor e roteirista José Louzeiro.

Há 37 anos no jornalismo, 22 anos deles na TV Globo, o repórter Valmir Salaro não hesita ao afirmar que o Caso Escola Base foi o que mais marcou sua carreira. Considera que a história é "uma ferida aberta" e que reconhecer o erro é necessário. "Talvez os profissionais mais jovens possam pegar o meu exemplo e evitar erros no futuro", disse ao Comunique-se quando participou do seminário O Crime e a Notícia.

Foi na Agência Folha que conheceu de perto a realidade da violência urbana. Era a época da Rota, a polícia de elite de São Paulo, conhecida pela truculência foi um marco na carreira de Valmir.

Em 1982, com a reportagem A Rota entre o bem e o mal, com a mística, os métodos e as mortes, publicada pelo jornal Folha de São Paulo, desenvolvida em parceria com o jornalista Dácio Nitrini, ganhou o prêmio Vladimir Herzog de Jornalismo.

Em parceria com outro colega, o jornalista Antenor Braído, Valmir Salaro ganhou mais um prêmio Vladimir Herzog, desta vez com a reportagem Na pista dos Assassinos da Zona Sul, que mostrava as execuções do Esquadrão da Morte, grupo formado por policiais.

Valmir Salaro foi trabalhar na sucursal de São Paulo do Jornal do Brasil, em 1986, época de sequestros praticados por quadrilhas formadas por integrantes sul americanos e brasileiros. Os casos mais famosos foram o do banqueiro Beltran Martinez e do empresário Abílio Diniz.

O repórter também cobriu para o JB uma história que teve repercussão mundial: a do carrasco nazista Joseph Mengele, que morreu incógnito no Brasil, A investigação iniciada pela polícia alemã, depois passou para a polícia federal chefiada pelo Romeu Tuma.

Valmir começou a trabalhar na Tv Globo, em 1992. O início na Globo foi nos jornais locais Bom Dia São Paulo e SPTV 1ª. edição. Depois, começou a fazer matérias para o Jornal da Globo. Aparecia também em reportagens no Fantástico, já na linha investigativa. Logo depois se tornou exclusivo do Fantástico. A primeira reportagem marcante foi sobre tráfico de órgãos humanos, quadrilha formada por médicos legistas que tiravam os órgãos das pessoas que tinham tido morte violenta e vendiam para faculdades de medicina.

Outra cobertura difícil foram os assassinatos cometidos pelo serial killer que ficou conhecido como "Maníaco do Parque". Na cobertura entrevistou os pais das vítimas, pessoas que perderam a filha de forma brutal e violenta.

A morte da menina Isabela Nardoni, de 6 anos foi outro crime que estarreceu o país. Salaro entrevistou o pai e a madrasta, condenados pela morte da criança. O Brasil inteiro acompanhou o caso pelo Fantástico, Jornal Nacional e demais veículos da Globo e do país.

Depois veio o caso Suzane Von Richthofen, a adolescente rica que matou os pais para ficar com a herança; a história do jornalista Antônio Pimenta Neves, do jornal O Estado S.Paulo que assassinou a namorada e colega de profissão. Outra marca foi deixada pelo menino boliviano, Kevin Espada, morto por um sinalizador atirado no meio da torcida.

Todos os personagens de reportagens são marcantes para Valmir Salaro. Histórias trágicas que ele carrega na bagagem. "Eu não tenho histórias felizes para contar. São histórias com pessoas de carne e osso que sofreram ou fizeram sofrer outras pessoas, e eu, indiretamente sofro com elas. Muitas estão vivas e morando no mesmo mundo que eu. Muitas têm uma sensação de injustiça enorme porque os assassinos dos parentes, muitas vezes, não foram punidos, identificados ou julgados.  Isso deve ser uma tristeza, uma angústia, um vazio muito grande para essas pessoas. Eu compartilho esses sentimentos com elas."

Valmir Salaro se tornou um dos repórteres investigativos mais conceituados do país.

 

 

Atualizado em março/2015 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://memoriaglobo.globo.com/perfis/talentos/valmir-salaro/valmir-salaro-trajetoria.htm

Depoimento concedido ao Memória Globo por Valmir Salaro em 13/03/2014)

http://portal.comunique-se.com.br/index.php/entrevistas-e-especiais/71675-tenho-o-dever-de-assumir-o-erro-diz-valmir-salaro-sobre-o-caso-escola-base

http://www.casadosfocas.com.br/roda-de-conversa-com-os-vencedores-do-36o-premio-jornalistico-vladimir-herzog-de-anistia-e-direitos-humanos/

http://fotolog.terra.com.br/lucianopinatto:5 

http://canalbrasil.globo.com/programas/o-estranho-mundo-de-ze-do-caixao/videos/1304375.html

http://maisvoce.globo.com/MaisVoce/0,,MUL478389-10345,00-WAACK+E+SALARO.html

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