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Wanda Nestlehner

Wanda Nestlehner

Editora da revista Caras, passou pelo Estadão, Jornal do Brasil e foi editora-assistente da IstoÉ.

Wanda Nestlehner nasceu na cidade de São Paulo, no dia 4 de maio de 1959. Se formou jornalista pelo Instituto Unificado Paulista, em 1981.

Ainda estudante, conheceu jornalistas que trabalhavam no Jornal Movimento, um jornal alternativo, de esquerda, dirigido por Raimundo Pereira. Visitava a redação em dias de fechamento e pedia para escrever notas. Fez também umas poucas matérias para a publicação. Na mesma época, atuou para o jornal Mulherio, uma publicação feminista, da Fundação Carlos Chagas.

Após o fechamento do Jornal Movimento, Raimundo criou a Política Editora e decidiu lançar uma coleção de fascículos que contasse a história do Brasil no período da ditadura. Foi chamada para integrar a equipe como repórter e pesquisadora. A coleção chamou-se Retrato do Brasil. Terminada a coleção, a equipe começou a fazer um jornal diário, também chamado Retrato do Brasil, do qual foi repórter em Brasília por quatro meses.

Em 1981, após se formar, decidiu que precisava arrumar um emprego fixo como repórter. Foi trabalhar na revista Cães & Cia, da Flash Editora. Por lá, atuou ao lado de profissionais como Eugênio Bucci e Cadão Volpato.

De volta a São Paulo, assumiu como editora-assistente na revista IstoÉ. Passou em O Estado de S.Paulo e ainda trabalhou na sucursal paulista do Jornal do Brasil.

Também foi repórter das revistas Claudia e Superinteressante. Anos mais tarde,  a Editora Abril lançou a revista Claudia Cozinha, que era um suplemento da Claudia, como uma revista independente. Atuou na nova revista como editora durante cinco anos.

É editora da revista Caras, em São Paulo.

Dentre as reportagens que mais marcaram, estão as sobre crianças boias-frias no interior paulista, garotos que vendiam balas nos semáforos da capital e meninas prostitutas do Rio de Janeiro. Também fez uma reportagem sobre contrabando de fósseis brasileiros da Chapada do Araripe, quando atuava pela IstoÉ. Ainda uma sobre o suicídio de índios guaranis em Dourados, no Mato Grosso do Sul e um perfil de Lampião para a Superinteressante.

 

 

Atualizado em abril/2013 - Portal dos Jornalistas

Fonte: Informações fornecidas pela jornalistas

Entrevista concedida a Luís Adorno

 

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